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"Gerencia o Programa de Integridade e Conformidade da Organização, garantindo o cumprimento das normas internas e externas da empresa, bem como atua na avaliação dos riscos que envolvem o negócio com a intenção de evitar ou dirimir tais riscos de uma futura responsabilização nas esferas civil, administrativa e/ou criminal", disse à reportagem.
William foi escolhido em um processo seletivo e passou por entrevista no Conselho de Ética do COB, formado por cinco membros eleitos em março deste ano: Alberto Murray, Caputo Bastos, Ney Bello, Bernardino Santi e Sami Arap. Ele vai atuar como um braço executivo desse conselho.
"O maior desafio é implantar todo o sistema de Compliance e fazê-lo funcionar de forma efetiva e eficaz. Muito embora o conhecimento técnico utilizado para a realização do trabalho seja o mesmo, a forma de implantação e gerenciamento de um setor de Compliance é muito peculiar em cada organização", explicou William, que é praticante de crossfit, costuma correr, andar de bicicleta e nadar.
A criação do cargo de Líder de Conformidade ocorre em um momento de mudanças no COB. Desde que Paulo Wanderley Teixeira assumiu, em outubro, a entidade passou por mudança de estatuto que, entre outras coisas, permitiu maior representatividade dos atletas. O órgão vinha com a imagem arranhada na gestão de Carlos Arthur Nuzman, que foi presidente entre 1995 e 2017 e chegou a ficar preso no ano passado, denunciado por corrupção, organização criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.