Na avaliação pós-jogo, o treinador avaliou que a partida no Estádio Santa Cruz, no interior de São Paulo, foi a pior do Cruzeiro sob seu comando. “O Cruzeiro de hoje, na minha avaliação, dos jogos em que nós jogamos contra Operário, Náutico e Paraná, eu acredito que, pela minha observação, foi o pior jogo que nós fizemos tecnicamente”, disse.
“Muitas coisas não deram certo, mas o espírito, a vontade, a disciplina tática superaram esses problemas que tivemos e conseguimos os três pontos. Neste momento é muito mais importante fazer três pontos do que jogar um futebol que a gente quer jogar, com alguma qualidade. Estamos ainda lá embaixo. Não adianta, não adianta. Precisamos dos pontos, dos resultados, e vamos continuar para conseguir os pontos necessários para chegar em um determinado número de pontos. Assim, poderemos ficar um pouco mais descansados”, completou.
Nesta sexta-feira, Felipão optou por mudar o esquema de jogo. O treinador abdicou do 4-2-3-1, com um homem de criação, e escalou a equipe no 4-3-3, com três volantes. O reflexo não foi positivo nos 45 minutos iniciais e ele acabou trocando Filipe Machado por Claudinho na etapa final. Ainda que a modificação não tenha surtido efeito, a Raposa conseguiu marcar com Airton e vencer a segunda partida consecutiva na Série B.
O resultado fez o Cruzeiro subir do 16º lugar para o 13º, com 23 pontos. Para manter a colocação ao fim da rodada, o time celeste precisará torcer contra Operário, Brasil de Pelotas e Vitória, que entram em campo no fim de semana.
Na próxima rodada, de volta aos seus domínios, o Cruzeiro recebe o Guarani. A partida está marcada para segunda-feira, às 20h, no Mineirão. Luiz Felipe Scolari contará com o retorno do meia Régis, que cumpriu suspensão em Ribeirão Preto.