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"Suas reivindicações são justas e cabíveis em qualquer segmento no mercado de trabalho. Devemos honrar a camisa que vestimos e respeitar o clube, torcida. Sempre. Mas é necessário também que os jogadores sejam tratados com profissionalismo e decência", frisou Edílson.
Embora a situação seja diferente do Figueirense, o Cruzeiro também enfrenta dificuldade de pagar em dia os salários dos jogadores. A última folha foi quitada com parte do valor da venda do volante Lucas Romero, negociado com o Independiente, da Argentina.
Post de Edílson no Instagram
"Pela experiência que tenho no futebol e por tudo que já passei e vi companheiros de profissão presenciarem, me sinto no dever de me solidarizar com os atletas do Figueirense.
Suas reivindicações são justas e cabíveis em qualquer segmento no mercado de trabalho. Devemos honrar a camisa que vestimos e respeitar o clube, torcida. Sempre. Mas é necessário também que os jogadores sejam tratados com profissionalismo e decência.
Se eles chegaram ao ponto de não entrar em campo, certamente estão passando por uma situação extrema. Não só eles, como os funcionários. Infelizmente isso não é exclusividade do Figueirense, mas algo comum no futebol brasileiro.
Já passou da hora dos dirigentes serem responsáveis e também eles respeitarem a camisa dos clubes e, principalmente, seus torcedores.
Espero que o exemplo dos jogadores do Figueirense possa fazer todo o mundo do futebol refletir sobre o assunto. Está em jogo também a imagem do futebol brasileiro”.