
Saiba mais
Neste domingo, os atletas cruzeirenses assimilaram bem as ideias de Rogério Ceni. De acordo com o Footstats, foram 19 conclusões na partida e 55,4% de posse de bola. Duas delas entraram, com Fred e Thiago Neves, e pelo menos quatro exigiram grandes defesas do goleiro Everson. Houve ainda uma bola no travessão e outra na qual o lateral-esquerdo Jorge tirou em cima da linha.
“A filosofia de jogo nos meus três anos de trabalho é tentar ser o mais agressivo possível. Com zero a zero, tentar o primeiro. Com um a zero, tentar o segundo. Com dois a zero, tentar o terceiro, para que a gente mate o jogo. Respeitando, claro, as características da equipe que foi composta ao longo desses anos e muito vencedora”, opinou o treinador.
Inicialmente, o Cruzeiro tinha a pretensão de “esperar” o Santos, porém mudou a estratégia em função da expulsão do zagueiro Gustavo Henrique, aos 3 minutos, por falta cometida em Pedro Rocha e interrupção de chance clara de gol. Com um jogador a mais, Rogério fez alteração tática já no primeiro tempo, colocando Fred no lugar de Egídio. Além de marcar o primeiro gol, o camisa 9 deu assistência para Thiago Neves anotar o segundo.
“O time que joga muito espaçado normalmente sofre, principalmente contra Santos e Fluminense, times que tocam muito a bola e envolvem o adversário. Se você não tiver linhas próximas, acaba sofrendo. Ah, mas o Rogério é um treinador ofensivo e começou marcando o Santos ‘baixo’. Não posso marcar o Santos lá em cima, sendo que o Santos tem muito mais entrosamento. O Thiago (Neves) até brincou: ‘professor, não concordo, nós temos mais entrosamento’. Concordo. Mas não é o entrosamento da maneira que eu jogo, foi isso que quis dizer. O Sampaoli tem a maneira dele de jogar, que eu gosto muito e me espelho nessa intensidade. Hoje tivemos de iniciar um pouquinho mais baixos. Só mudamos quando tivemos um jogador a mais, aí tentamos fazer valer esse homem a mais. A tendência é que o time se mantenha compacto, independentemente da altura do setor em campo”, analisou o comandante.
Com o resultado em Belo Horizonte, o Cruzeiro encerrou sequência de 11 jogos sem vitória no Brasileiro. O último triunfo havia acontecido em 5 de maio: 2 a 1 sobre o Goiás, no Mineirão. No período sem ganhar, a Raposa acumulou cinco empates e seis derrotas. Agora, com o placar favorável, contabiliza 14 pontos e fecha a 15ª rodada fora da zona de rebaixamento, em 16º lugar. No próximo domingo, às 19h, o adversário será o CSA, no Estádio Rei Pelé, em Maceió-AL.
Com o resultado em Belo Horizonte, o Cruzeiro encerrou sequência de 11 jogos sem vitória no Brasileiro. O último triunfo havia acontecido em 5 de maio: 2 a 1 sobre o Goiás, no Mineirão. No período sem ganhar, a Raposa acumulou cinco empates e seis derrotas. Agora, com o placar favorável, contabiliza 14 pontos e fecha a 15ª rodada fora da zona de rebaixamento, em 16º lugar. No próximo domingo, às 19h, o adversário será o CSA, no Estádio Rei Pelé, em Maceió-AL.