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Egídio preferiu não citar nomes de possíveis 'herdeiros' da vaga de Arrascaeta no lado esquerdo do meio-campo cruzeirense. “Tem um monte ali para o Mano. Ele é o melhor para saber quem vai jogar comigo na esquerda. Quem jogar ali, dará seu máximo. Nós damos o nosso máximo em prol do Cruzeiro”. Do atual grupo, os principais candidatos à vaga são Rafinha e David.
Revelado nas categorias de base do Flamengo, o lateral-esquerdo fez uma análise de como será a recepção de Arrascaeta no Rio de Janeiro. Na opinião de Egídio, as cobranças em cima do uruguaio serão intensas, tanto pelo valor investido pela direção rubro-negra em sua contratação quanto pela expectativas de títulos da torcida flamenguista.
“A gente está vendo que o Flamengo está se fortalecendo. É bom que os clubes brasileiros estão se fortalecendo, isso deixa o campeonato cada vez mais disputado. Isso é bom, valoriza o futebol brasileiro. Mas a gente sabe que time grande, como o Cruzeiro mesmo, tem pressão. Ele jogou e foi bem aqui. Lá não será diferente. Só que aqui ele já tinha moral de anos e títulos. Aqui se ele jogasse um, dois ou três jogos abaixo, a torcida ia pensar: 'opa, é o Arrascaeta, ele tem história'. Lá ele terá de criar a história dele. E história se faz com títulos, com o tempo, não é de uma hora para outra. A gente deseja sorte a ele, mas que o Cruzeiro continue muito forte e siga em busca de mais títulos em sua história”.
O Cruzeiro deverá usar o dinheiro da venda de Arrascaeta para quitar parte de suas dívidas na Fifa, sendo as mais emergenciais com os uruguaios Defensor (R$ 5 milhões) e Atenas (R$ 13,7 milhões), além de realizar investimentos em peças de reposição. Um dos nomes especulados na Toca 2 é o do meia Rodriguinho, do Pyramids-EGT. No último sábado, o empresário do ex-jogador do Corinthians, Luis Paulo Santarelli, confirmou o interesse da Raposa, mas afirmou não ter recebido nenhuma proposta.