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Para tentar conter o assédio de clubes do exterior e evitar a saída de peças importantes do elenco no meio da temporada, Pires também renovou os contratos do zagueiro Dedé, do volante Ariel Cabral, do meia Arrascaeta e do atacante Raniel. A nova diretoria ainda recusou uma proposta de US$ 3,5 milhões (cerca de R$ 13 milhões) para negociar o meia Thiago Neves com o Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Politicamente, Pires se distanciou do grupo do antecessor, Gilvan de Pinho Tavares, presidente entre 2012 a 2017. Apesar de ter sido eleito com apoio de Gilvan, ele trocou praticamente todos os diretores que formavam o "núcleo duro" do departamento de futebol.
Pires também fez várias mudanças na área administrativa, com destaque para a criação da Diretoria de Gestão de Arena, responsável pelo relacionamento com os administradores do estádio do Mineirão. O clube está perto de bater a marca de 1 milhão de torcedores em jogos do Mineirão na temporada e, entre os 10 maiores públicos do Cruzeiro no estádio desde 2013 (após a reforma para a Copa das Confederações), quatro foram registrados este ano: contra América-MG (Mineiro), Flamengo (Libertadores), Boca Juniors (Libertadores) e Corinthians (Copa do Brasil).
O time campeão e a nova estratégia de relacionamento com o torcedor também devem fazer o clube atingir outra meta estabelecida por Pires quando assumiu o comando do clube, que é alcançar os 100 mil sócios-torcedores. Hoje, o Cruzeiro tem pouco mais de 80 mil associados - o líder nacional é o São Paulo, com 153 mil.