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“Eu imagino que Mano deva estar irritado. É verdade que nos defendemos, não tanto quanto Cruzeiro em Buenos Aires. Quando o Cruzeiro se colocou mais atrás do que nós em Buenos Aires, soubemos como atacá-los e fizemos dois gols. O Cruzeiro em nenhum momento durante os 90 minutos pôde nos vencer. Nas duas partidas. E isso é um problema do Cruzeiro. Não é um problema se o Boca se defende ou não se defende. O técnico do Cruzeiro não soube ganhar sua partida. O técnico do Boca, sim”, disse Guillermo, referindo-se a si mesmo na terceira pessoa.

A postura de animosidade do técnico argentino foi decorrência de um bate-boca iniciado no campo de jogo. Ao final da partida, o treinador Mano Menezes discutiu com o auxiliar técnico da equipe do Boca Juniors, Gustavo Schelotto, irmão gêmeo do técnico Guillermo Schelotto.
Mano teria questionado Gustavo se ele tinha ‘coragem’ de comemorar a classificação que, no entendimento do técnico cruzeirense, teve interferência direta da arbitragem.
Segundo o Diário Olé, da Argentina, o técnico do Cruzeiro teria chamado Gustavo e outros membros da delegação xeneize de ‘caras de pau’ (caradura, em espanhol, segundo o periódico argentino).