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“Fazer pressão antes na arbitragem num campeonato em que oito se classificam, com medo de não se classificar entre os oito, não temos essa preocupação. Então viemos mostrar que a arbitragem não está boa, que agora serão jogos decisivos, é outro campeonato. Eu, como fui presidente de time do interior, sei que um time do interior pode vir aqui no Mineirão e eliminar o Cruzeiro. Por isso esperamos o torcedor do Cruzeiro lá. Nosso jogo será sábado, às 16 horas. É bom que o torcedor saiba que foi um pedido nosso jogar sábado, pois temos um grande jogador nosso, o Arrascaeta, que vai viajar. O intuito nosso é que a arbitragem não sofra pressão nesse restante do campeonato”, acrescentou.
Tese reforçada
Em outra resposta, Itair Machado reforçou a tese de que o Atlético teria conseguido alguns pontos no Campeonato Mineiro na base da pressão. Nesse domingo, o triunfo sobre o Tombense, por 1 a 0, no Independência, ocorreu graças a uma marcação de pênalti duvidoso, que foi convertido por Danilo. As vitórias alvinegras diante de Uberlândia (2 a 0, no Parque do Sabiá, pela 10ª rodada) e América (3 a 0, no Independência, pela sétima rodada) também tiveram interferências da arbitragem. A equipe do Triângulo foi prejudicada por um gol mal anulado quando o confronto estava empatado por 0 a 0. Já o Coelho questionou a não validação de gol em finalização de cabeça do meia Marquinhos, em lance semelhante ao do atleticano Róger Guedes, cujo tento foi confirmado. O assistente nessa ocasião era Guilherme Dias Camilo.
“O sinal de que a coisa está ruim é o nosso melhor bandeira, que é o melhor do Brasil, errar duas vezes consecutivas. Mas acredito muito na honestidade dele. Por mim, até falei que não precisaria ter punição no lance. O jogador estava voltando e foi num espaço curto. Dava sim para errar. Aquele lance do clássico Atlético x América também é passível de erro. Acredito muito na honestidade da arbitragem. Mas, infelizmente, a pressão que houve fez com que a arbitragem errasse mais. Mas eu, Itair, não o puniria. É o melhor bandeira do Brasil e todos nós temos direito a erro. O torcedor acha que errou porque o bandeira é atleticano ou americano, mas isso não tem em Minas Gerais, graças a Deus. A gente vive os bastidores. É importante ressaltar que o Cruzeiro não expôs, mas enviou um ofício logo após o jogo contra o Atlético mostrando que não estávamos satisfeitos com a arbitragem e não aceitaremos pressão. Aprendi uma coisa com meu amigo Eduardo Maluf: monta time bom e não se preocupe com arbitragem. Temos que torcer para que a arbitragem dê certo e vá bem. Mas infelizmente não é isso que vem acontecendo”.
“Vamos fazer uma reunião com a comissão técnica, pois também envolve a parte técnica. Mas há essa possibilidade sim. Primeiro, viemos saber qual o projeto da Federação para esses jogos, pois pelo que vemos no sorteio, serão três jogos muito difíceis. As equipes do interior, você vê os jogos, o campeonato está num bom nível. Acredito que terão dificuldades para definir os árbitros para as três partidas”.
“Não (preocupa). A questão do Leo, se você olhar num contexto, você acha que ele agrediu, mas ele não agrediu. Ali foi uma questão de momento do corpo do atacante do Atlético com o Leo, que estava nervoso, eles estavam se chocando. Não sei se vocês tiveram a oportunidade de ver, mas um juiz deu uma cotovelada num jogador essa semana. O juiz não quis fazer aquilo. O Leo também não tem esse histórico, você vê no currículo dele que não é um agressor”.
“Esse show é de porte pequeno de público. Única coisa que vai interferir é que nosso torcedor terá menos (vagas de) estacionamento. Mas já houve outros jogos no Mineirão com shows na esplanada. Dá para conciliar. Até porque quando terminar o jogo, as pessoas entrarão para o show. Mas o único problema é diminuir as vagas de estacionamento”.