
Vice-presidente de futebol do Cruzeiro, Bruno Vicintin comemorou a eleição de Wagner Pires de Sá para presidir o clube celeste no triênio 2018/2019/2020. O candidato da situação venceu o advogado Sérgio Santos Rodrigues por 235 votos a 200, na eleição mais acirrada nos últimos tempos do clube. O pleito aconteceu no salão nobre do parque esportivo do Barro Preto, em Belo Horizonte.
"Eu acho que é um pleito que muda a história do Cruzeiro. Nunca tivemos um pleito tão disputado. É hora de o Cruzeiro ter união pelo bem do clube. Estou muito feliz, o Wagner merece. Estou feliz de continuar caminhando pelo bem do Cruzeiro".
Saiba mais
Vitória de Wagner Pires de Sá em eleição presidencial no Cruzeiro marca primeira derrota de Perrella na política do clube Gilvan pede união no Cruzeiro, explica como passará bastão a Wagner Pires e fala sobre permanências de Fábio e Mano Menezes Wagner Pires de Sá, candidato da situação, é eleito presidente do Cruzeiro para o próximo triênio
Questionado se Mano Menezes seguiria no Cruzeiro, Vicintin se mostrou favorável, embora não tenha conversado com o treinador a respeito da renovação do contrato - que vencerá em dezembro. "Tenho ótimo relacionamento com Mano e Gilvan. Vamos esperar, (o Wagner) acabou de ganhar a eleição, óbvio que o Mano é prestigiado, quero que ele continue. Mas primeiro tenho que ver se vou continuar para depois ver se o Mano vai continuar. Tem o Tinga e tem o Klauss que tiveram papeis primordiais nessa caminhada nossa. Ninguém ganha o título sozinho, todos são engrenagens. A mais importante é o presidente do clube e todas as outras engrenagens tem que trabalhar bem para o clube continuar andando. Mas não falei nada com o Mano ainda. Só falamos de futebol mesmo".
O vice de futebol do Cruzeiro aproveitou para cutucar o rival Atlético ao ser perguntado sobre os seis anos de mandato de Gilvan de Pinho Tavares, que ganhou dois Campeonatos Brasileiros (2013 e 2014), uma Copa do Brasil (2014) e um Campeonato Mineiro. "Acompanhei a trajetória do doutor Gilvan. Tem clube que tem mais de 100 anos e não têm três títulos nacionais (o alvinegro ganhou um Brasileiro e uma Copa do Brasil). Nós conquistamos em duas gestões dois Brasileiros e uma Copa do Brasil. É para poucos".