
"É uma competição (Copa Sul-Americana) extremamente atraente, em que você tem calendário para o ano todo numa competição internacional com características de jogos diferentes, que atraem o torcedor. Para o Cruzeiro, que já teve muitas conquistas sul-americanas, é algo que lembra os grandes momentos, um saudosismo gostoso. A gente não pode abrir mão de tentar ir avançando na competição. Se me perguntar: 'vai brigar por título?' Numa competição como essa não dá pra falar em título antes de começar a competição. Todo mundo sabe que a realidade vai se estabelecer ali, que você a cria durante a competição. Um exemplo claro é a Chapecoense, que chegou à final de forma surpreendente, mas jogando um futebol que credenciou a equipe para isso", disse Mano, em entrevista ao canal Fox Sports.
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O segundo e decisivo jogo, em Assunção, será mais de um mês depois - em 10 de maio, às 19h15. A partida de volta será na semana que começa o Campeonato Brasileiro e dias depois da final do Estadual.
Mano ressaltou que o Cruzeiro montou um grupo qualificado de jogadores para entrar forte nas competições que disputará. "Vamos administrando até um determinado momento. Você pode seguir numa competição e não seguir na outra. Mas enquanto estiver aí, tem que ir com todas as forças (...). Temos elenco para isso (brigar por todas as competições). Os jogos ficaram bem distribuídos na temporada, então você pode chegar na reta final de ano numa boa condição", afirmou o treinador.
Caso vença o Nacional-PAR e avance, o Cruzeiro se junta a outros 21 vencedores do primeiro mata-mata, além de 10 times da Copa Libertadores (as oito que terminarem em terceiro de cada grupo e as duas melhores da fase preliminar). Dessa forma, 32 clubes formam a segunda fase do torneio, que terá novo sorteio de confrontos. O sistema continua o mesmo: a Conmebol cria um emparelhamento, dividindo os participantes em 16 duelos. Os melhores avançam até chegar à decisão.