
“Estamos acostumados ao Brasil. Estou muito feliz aqui. Todo mundo que pergunta eu falo que gostaria de ficar aqui para sempre. A gente sempre fica sempre junto porque fala o mesmo idioma. Fizemos uma amizade muito grande. Agora chegou o Caicedo e vamos ajudar a ele e à família a ter a adaptação que tivemos aqui”, observou.
Romero, no entanto, levou um tempo para se adaptar ao futebol brasileiro. Em alguns momentos ele foi taxado como atleta violento, por algumas expulsões e jogadas mais ríspidas. O atleta, entretanto, acredita que há uma diferença no modo de trabalho dos árbitros do Brasil e Argentina.
“Quando a gente passa mais tempo, se sente cada vez melhor. Quando cheguei eu falei que estava acostumado com o futebol da Argentina, que é mais pegado. As faltas aqui são muitas e eu não estava acostumado. Com o passar do tempo, eu me sinto bem melhor”, explicou.
O Cruzeiro segue sua rotina de treinamentos na Toca da Raposa II. A equipe ficará “trancada” no CT pelas próximas duas semanas, com o objetivo de focar na pré-temporada. Para Lucas, período bom para dar mais entrosamento entre os atletas. “A concentração de 10, 12 dias é boa para unir o grupo e para todos os jogadores se conhecerem”, finalizou o gringo.