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“A coisa foi mal colocada pelo pessoal de sites. Eu disse é que, como eu estava no estádio do jogo contra o Fluminense, o pessoal da diretoria me disse que o Riascos estava infeliz. Ele foi emprestado ao Vasco no ano passado e dizia que estava sendo feliz lá e aqui não. Ele disse que estava rendendo 'uma merda'. Mas ele não xingou o Cruzeiro. Ele xingou o futebol dele mesmo”, acrescentou o presidente.
“O Cruzeiro pode pelo menos diminuir o prejuízo. Essa é a figura do presidente. Mas nunca fui contra a decisão da diretoria de afastar o jogador. A torcida também não o aceitaria. Ainda pode render receita ao Cruzeiro”, complementou Gilvan.
Após a derrota por 2 a 0 para o Fluminense, pela 15ª rodada do Brasileirão, Riascos demonstrou descontentamento por ter perdido a titularidade com Paulo Bento e entrar na maioria das vezes apenas no segundo tempo dos jogos. “Não está normal. Não estou feliz com isso que está acontecendo. Tem que encontrar uma solução, porque não pode tirar minha felicidade para jogar essa merda aqui”, declarou à Rádio Itatiaia.
Logo após a declaração, ainda no vestiário de Edson Passos, o diretor de futebol do clube, Thiago Scuro, anunciou o afastamento de Riascos. No dia seguinte, porém, o presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, discordou da forma como o caso foi conduzido pela diretoria de futebol e admitiu rever a posição. Porém, a saída definitiva de Riascos da Raposa foi confirmada ainda naquela semana.

Contratado em 2015, Riascos atuou apenas quatro vezes nessa primeira temporada e não marcou nenhum gol. Ele acabou emprestado para o Vasco, que foi rebaixado para a Série B, e caiu nas graças da torcida cruz-maltina pelos gols marcados nos clássicos. O colombiano voltou ao Cruzeiro em maio deste ano e entrou em campo 11 vezes, fazendo um gol. Desde que voltou de empréstimo, ele deixou claro que sua preferência era ter continuado no Rio de Janeiro.