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“Dizer que não recebeu apoio eu acho que foi um pouco injusto da parte dele. Não pode ser assim. Eu nunca tive nenhuma briga e nenhum atrito. Não quero sair brigado do Cruzeiro. Quero descansar e ter um pouco de férias. Trabalhei por 17 anos na outra diretoria e fiz quase igual à historinha do Jacó (...) Não consigo tirar um período de férias. Quero deixar a oportunidade para esse pessoal que está chegando. Hoje, com a situação que conseguimos implantar no Cruzeiro, tem muita gente querendo assumir a presidência do Cruzeiro”, complementou.
Embora não tenha entrado muito na questão de possíveis nomes, o presidente Gilvan ressaltou seu desejo de ganhar mais títulos para deixar a presidência do clube, em 2018, comemorando o fim da gestão. “Quem sabe eu não possa sair do Cruzeiro com mais conquistas que já obtive. Quem sabe a gente tem essa felicidade de novo na minha gestão”, completou.
Ainda em junho de 2015, o Superesportes já adiantava a turbulência política no Cruzeiro e a possibilidade da primeira eleição acirrada na história do clube. Já naquela época, fontes do conselho indicavam a existência de duas correntes fortes no cenário cruzeirense. Em março deste ano, a reportagem relatou a ideia de Gilvan de transformar o estatuto e até criar um conselho de administração para reunir lideranças.