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Numa conversa com o Superesportes nesta terça-feira à tarde, enquanto se encaminhava para o treino do Vélez, Lucas Romero mostrou estar bem informado sobre o Cruzeiro e a negociação, tanto que procurou Ariel Cabral para saber da estrutura do clube e de Belo Horizonte. O volante considera as tratativas “avançadas”, estabeleceu “domingo” como o dia definitivo para sair ou seguir na Argentina e pregou respeito ao Vélez, onde foi revelado. “Até que se defina minha ida para o Cruzeiro, quero treinar normalmente, respeitar o Vélez”.
A seguir, leia entrevista com Lucas Romero, conhecido na Argentina como ‘Perro’ (cachorro)

Isso está a cargo do meu empresário, Alberto Stagliano. Mas, pelo que soube por ele, as conversas estão avançadas, há uma possibilidade real de jogar no Cruzeiro.
Vê com bons olhos uma transferência para o Brasil?
Seria muito importante jogar no Brasil, país que admiro pelo estilo de futebol. Seria uma oportunidade espetacular. O Cruzeiro é um clube muito grande, acostumado a brigar por coisas importantes, e me juntar a esse projeto seria muito bom.
O que sabe do Cruzeiro?
Tive ótimas informações do Ariel (Cabral). Tenho uma ótima relação com ele. Liguei para ele nos últimos dias, perguntei da estrutura do Cruzeiro, da cidade, de como é jogar no Brasil. Gostaria muito de voltar a jogar com ele, ter a oportunidade de vestir a camiseta do Cruzeiro, um clube muito importante, que briga sempre por títulos. É isso que quero.

Sim. Muitos clubes me procuraram nos últimos dois anos, as negociações nunca aconteceram porque não houve acordo com o Vélez, as coisas travaram. Mas jogar no Brasil seria lindo também. Gosto do futebol daí. Se tudo der certo, no futuro eu poderia ir para a Europa, porque o Cruzeiro é uma grande vitrine, assim como o Vélez. O Cruzeiro tem um grande elenco, bons jogadores, estrutura de primeiro mundo, e ficaria orgulhoso de jogar no Cruzeiro.
Se tudo der certo, acha que sua adaptação ao Cruzeiro pode ser facilitada por haver muitos argentinos no elenco? (Ariel Cabral, Matías Pisano, Juan Sánchez Miño)
Sim, é importante que haja jogadores conhecidos. Joguei três anos com Ariel no Vélez, somos amigos. Matías (Pisano) conheço bem, pois moramos em bairros vizinhos. Sou de Loma Hermosa e ele de San Martín. Não jogamos juntos nos campos de bairro, mas já fizemos alguns jogos beneficentes juntos. Eu o conheço bem, é um grande jogador. Juan (Sánchez Miño) eu o conheço de jogar contra, um grandíssimo jogador. Já nos enfrentamos muitas vezes.

Sim, claro. Eu respeito muito o Vélez, onde surgi para o mundo. Quero sair pela porta da frente, em comum acordo. Meu contrato termina no meio do ano, Vélez poderia perder com isso. Dói sair, mas é algo importante pra mim, todos ganhariam. Vejo o Cruzeiro como uma boa oportunidade pessoal. Até que se defina minha ida para o Cruzeiro, quero treinar normalmente, respeitar o Vélez, pensar nos amistosos, nos compromissos aqui na Argentina.
Existe um prazo para tudo se definir?
Acho que até domingo. Depois as coisas se complicam. Acho que até domingo precisamos resolver meu futuro. Meu empresário está indo para o Brasil nos próximos dias definir tudo, se acertar com o Cruzeiro. Os clubes estão conversando também.