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Segundo o dirigente, o que determinou a saída de Marcelo foi a eliminação na principal competição do clube no primeiro semestre. “Durante o Mineiro a caminhada não foi a esperada. A torcida vinha impaciente e a gente esperou o máximo possível. Mas o momento exato foi definido depois da saída da Libertadores”, frisou o dirigente, que, logo após a eliminação celeste da competição, garantia que Marcelo não seria demitido e permaneceria no cargo. O Cruzeiro deixou o torneio, eliminado pelo River Plate, com uma vitória na Argentina, por 1 a 0, e uma derrota por 3 a 0, no Mineirão, em uma atuação muito abaixo do esperado pela torcida, que lotou o estádio esperando novo triunfo e a consequente classificação.
O presidente explicou os motivos que o levaram a esperar mais um tempo e anunciar a saída de Marcelo Oliveira somente na última terça-feira. “Não ia cometer uma indelicadeza deste tipo. Estava com febre e foi um treinador que ficou dois anos e cinco meses no Cruzeiro. Eu não ia ligar para o Valdir (Barbosa, gerente de futebol) demiti-lo. Não sou de agir desta forma. Conversei com o Marcelo. Ele teve propostas anteriores para sair e não saiu, mas ele viu que na atual situação, estava difícil de mantê-lo.”
Sobre a contratação do sucessor, Gilvan não escondeu a admiração pelo novo treinador, que estava no comando do time celeste campeão da Tríplice Coroa (Mineiro, Brasileiro e Copa do Brasil) em 2003. “A gente precisava trazer alguém que recolocasse o Cruzeiro no caminho das vitórias e esse nome foi o de Vanderlei Luxemburgo, que é extremamente vitorioso”, disse, garantindo que nada está perdido. "Temos ainda um ano cheio, com muitos pontos pela frente para conquistarmos no Brasileiro e ainda temos uma competição importante, que é a Copa do Brasil.”
O presidente ainda lembrou a suada classificação do time celeste nas quartas de final, quando eliminou o São Paulo nos pênaltis, depois de vencer por 1 a 0, no Mineirão, devolvendo o mesmo placar sofrido no Morumbi, na semana anterior. E ainda foi indelicado com Marcelo, ao dizer que o ideal seria ter contratado Luxemburgo bem antes. “Na Libertadores, enfrentamos adversários difíceis. Jogamos bem contra o São Paulo, jogamos de forma competitiva, não deixando o adversário jogar. Mas fomos eliminados aqui para um grande clube. Mas naquele momento, contra o São Paulo, não era hora de trocar. Demos tempo para trocar na hora certa. A equipe não estava jogando com brilho, com alegria, e achamos que trocamos no momento certo. O ideal teria sido que o Vanderlei tivesse chegado na pré-temporada, mas o Marcelo não poderia sair pelo ótimo trabalho nos anos anteriores”.
Sobre contratações, o dirigente deixou claro que podem ocorrer, mas depois de uma conversa com Luxemburgo. “Junto com o Vanderlei, vamos tentar voltar ao caminho das vitórias. Se necessário, vamos trazer uma ou outra peça”, frisou. “O time do Cruzeiro faz partidas muito boas e faz partidas abaixo. Com um olhar novo, com um novo treinador, este time pode voltar a jogar o que sabe." O treinador chega juntamente com sua comissão técnica, e terá, ao seu lado, o preparador físico Antonio Melo e o auxiliar-técnico Devid, que era atacante do time de 2003.