“Esse apelido de talismã só não pode rotular, porque senão o cara só entra no segundo tempo. Apesar de ser reserva, eu me sentia importante. O banco decide partidas. Meus momentos aqui foram assim. Na Libertadores, Copa dos Campeões e Brasileiro”, disse ao Superesportes.
O bom momento do Cruzeiro no Estadual também foi avaliado por Alessandro. Com passagens pelo time celeste e pelo Atlético, ele ressaltou a importância dos anos em que jogou na Toca. “Passei dois anos aqui e tenho muito carinho pelo Cruzeiro. Matei saudade de muita gente. O Cruzeiro sempre tem elenco para brigar pelo título e acredita que esse ano o clube possa conquistar títulos. Tem grandes chances de ganhar o Mineiro. Joguei cinco meses no Atlético e foi muito bom também. Lá eu tive que mudar as cambalhotas pelas 'esporadas' para não dar confusão”, brinca o jogador.