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Após cenas de aglomeração em agosto , quando o Galo encarou o River Plate pela mesma Copa Libertadores, os protocolos ficaram mais rigorosos. Uma das normas foi fechar o portão uma hora antes do início do duelo: ou seja, às 20h30.
Não foi o que se viu na prática, já que o fechamento ocorreu apenas às 20h55. Mas, mesmo assim, foi o bastante para barrar atleticanos. O vendedor Jonathan Henrique também passou pela mesma situação de Larissa Duarte. Ele afirma que chegou às 21h05 em um dos portões do estádio.
"Cheguei aqui e já não queria deixar eu entrar. Falaram que eram normas. Querendo ou não, pessoal que trabalha como que fica? Eu acho sacanagem. Eu paguei R$ 300 no ingresso e R$ 40 no teste. Dinheiro jogado fora", lamenta.
Nos últimos minutos com portões abertos, funcionários chegaram a fechar os acessos para “pressionar” os torcedores e motivar a entrada. O fechamento ocorreu 25 minutos além do previsto pelo protocolo da Prefeitura de BH.
O problema começou desde cedo. Por volta das 20h, quando faltavam apenas 30 minutos para o fechamento conforme o protocolo da prefeitura, apenas 7 mil atleticanos estavam dentro do estádio .
E dentro de campo...
A bola começou a rolar às 21h30. Para se classificar, o Atlético precisa vencer o jogo. Empate com gols é do Palmeiras, enquanto um novo 0 a 0 leva a disputa para os pênaltis.
O vencedor enfrenta quem passar no confronto entre Flamengo e Barcelona-EQU. Os brasileiros bateram os equatorianos por 2 a 0 na primeira partida, no Rio de Janeiro.