
“Por mim, ele renovaria com o Atlético, mas eu não mando nele. Eu presto serviço para ele. Se a vontade dele for renovar, vamos trabalhar para renovar. Se a vontade não for renovar, aí faz uma inversão: ‘Ah, o agente não quer renovar’. O agente não joga, quem joga é o jogador. Quem tem que estar feliz no clube é o jogador. É impossível falar para o jogador ir jogar num lugar em que ele não quer. Ele que tem que assinar, ele que tem que jogar”, disse Cury, em entrevista à Rádio 98.
Cazares esteve perto de deixar Belo Horizonte em janeiro. O Al-Ain ofereceu 3 milhões de dólares (R$ 12,78 na cotação atual) ao Atlético para contratar o jogador. O clube alvinegro, porém, considerou baixa a proposta e recusou. “O Atlético nunca aceitou o valor (do clube saudita), é direito dele. E o Cazares tem que conversar com eles (Atlético)”, disse Cury.
Durante as negociações, Cazares deixou claro para o Atlético o desejo de se transferir. Segundo o empresário, o desejo do meia, inclusive, é antigo. “Ele tem vontade, desde que a gente renovou da outra vez, de sair. Isso não quer dizer... Pode ser contornado e ele fazer outra renovação”, revelou.
Com o insucesso nas negociações com o Al-Ain, Cazares foi reintegrado ao elenco atleticano. O meia voltou a treinar com os companheiros nessa segunda-feira e só não viajou à Argentina para o jogo com o Unión-ARG, pela Copa Sul-Americana, por questões físicas.