Alerrandro foi o autor do gol que abriu o placar, logo aos três minutos de partida, e do tento que ampliou o resultado para 2 a 0, aos 12 do segundo tempo. Em ambas as vezes, mostrou bom posicionamento e calma para a finalização.
No primeiro, ficou livre em cobrança de escanteio e dominou desvio de Léo Silva, antes de mandar para as redes. No segundo, estava próximo do goleiro Georgemy, que rebateu chute de Alessandro Vinícius e o camisa 44 completou.
“Os jogadores têm oportunidades e os números vão marcando eles. O Alerrandro não tem uma participação efetiva durante o jogo, mas está presente nas principais bolas. É a função dele. Ele tem números acima da média nas categorias de base e tem faro de gol. Mas ainda precisa marcar presença.
Apesar de abrir 3 a 0 e só sofrer um gol nos minutos finais da partida, Levir acredita que o Atlético soube se portar em campo e que teve dificuldades frente ao Patrocinense. O treinador atleticano aproveitou para criticar a condução de alguns lances pela arbitragem, comandada por Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira.
"É sempre complicado. Os times merecem respeito e são bem treinados. Tivemos dificuldades, mas superamos, fizemos três gols. Não gostei da arbitragem, que prejudicou o espetáculo. Deveríamos tomar um pouco de cuidado. A cobrança de um técnico e dos atletas é astronômicas. Tem que ser assim como todo mundo. A arbitragem estava insegurança. A gente erra e acerta. É falta de firmeza", apontou.
Torcida, espírito Libertadores e adversário uruguaio
Com o chamado ‘time alternativo’ mantendo a liderança do Mineiro, Levir consegue dar descanso aos titulares para o confronto com o Defensor, às 21h30 de quarta-feira, no Independência, pela volta da terceira fase da Libertadores. Mesmo que a equipe reserva tenha dado ‘conta do recado’, o treinador lembrou que a torcida verá outra forma de atuar contra os uruguaios.
"A torcida do Atlético nem vai para casa.
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