
Pitana apitou a final da Copa do Mundo da Rússia, no ano passado, na vitória da França por 4 a 2 sobre a Croácia. O prestígio do argentino, no entanto, não se repete na história do Atlético. Em 2013, ele conduziu o primeiro jogo da final da Libertadores contra o Olímpia, no estádio Defensores Del Chaco, no Paraguai. Sua atuação foi questionada pelos alvinegros. Isso porque ele expulsou o volante Richarlyson e assinalou a falta que originou no gol que decretou a vitória dos estrangeiros, por 2 a 0.
Em 2015, Pitana voltou a entrar nos caminhos do Atlético na Libertadores, desta vez, contra o Santa Fé, da Colômbia, no El Campín, em Bogotá, pela terceira rodada. Na ocasião, o Galo venceu por 1 a 0, com gol de Lucas Pratto. Desta vez, a conduta do argentino não provocou reações negativas dos atleticanos.
O jogo de volta entre Atlético e Defensor ocorrerá em Belo Horizonte, provavelmente no Independência, dia 27 de fevereiro, também às 21h30.
Se o Atlético avançar, entrará no Grupo E, com Cerro Porteño, Nacional e Zamora.