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Logo em seu primeiro treino, Chará impressionou o então treinador Thiago Larghi, ao marcar dois gols. Mostrou também muita movimentação e velocidade. Foi o bastante para o técnico escalá-lo como titular no treinamento seguinte. Formou o ataque com Luan, Róger Guedes e Ricardo Oliveira.
Pouco tempo depois, Róger Guedes, emprestado pelo Palmeiras, deixou o clube e o Larghi escolheu Chará para ocupar sua vaga. Sua estreia foi no reinício do Brasileiro pós-Copa, na derrota para o Grêmio, em Porto Alegre.
“Tenho uma grande expectativa. Estou com muita vontade de jogar e iniciar um bom semestre, e que a equipe siga somando três pontos. Será importante vencer, mas sabemos que a gente vai precisar fazer uma partida bastante inteligente, contra um grande adversário”, disse, na véspera do jogo. Mas o Atlético perdeu por 2 a 0 e Chará não teve boa atuação.
O armador seguiu como titular. Os resultados, porém, não eram bons, como a derrota para o Palmeiras (3 a 2), embora tenha feito um dos gols do Galo, seu único com a camisa atleticana, e o empate com o Bahia (2 a 2). O rendimento estava longe do ideal. O jogador não reclamava sobre a função que tinha de cumprir, muito longe da que estava acostumado, ser um atacante pelos lados. Com Larghi, tinha de retornar para ajudar o meio-campo.
EVOLUÇÃO
A troca de treinadores, com a contratação de Levir Culpi, foi positiva para o colombiano. Passou a ser escalado mais à frente e seu desmpenho evoluiu. Voltou a ganhar a confiança do torcedor. Ele fez 22 partidas pelo Galo, marcando apenas um gol. Com ele, o atlético venceu sete jogos, empatou cinco e perdeu 10. Agora, participando da pré-temporada, terá a chance de retribuir a expectativa depositada em seu futebol.