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“Se forem me punir não vou falar nada não, tudo que a gente fala está sendo observado, que sirva de exemplo. É minha primeira suspensão quanto a isso. Me pegou de surpresa, mas não vou comentar e tenho que acatar e aceitar, não concordar mas aceitar”, afirmou o volante alvinegro. Apesar de dizer que aceita a decisão, Elias criticou esse tipo de punição e comparou a intolerância no futebol ao caso do deputado Jair Bolsonaro. O candidato do PSL à Presidência da República foi esfaqueado, nessa quinta-feira, durante campanha política em Juiz de Fora.
“O futebol está ficando um pouco chato, não pode falar nada, não pode comemorar que vai tomar cartão. Às vezes é xingado durante 90 minutos, faz um gol fora, vai dar uma provocadinha e é suspenso e punido. Isso que nos fez apaixonados pelo futebol, essas brincadeiras dos jogos, e isso não acontece mais. A tolerância está sendo zero, acho que na nossa vida, a gente vê o caso ontem (quinta-feira) do Bolsonaro, até eu não voto nele mas tenho que tolerar. Tenho que aceitar tudo que ele falar, posso não concordar, mas tenho que aceitar. Isso vem caindo para o futebol. Temos que ser mais tolerantes, aceitar mais as brincadeiras para a gente conseguir ir dando vida ao nosso futebol”, argumentou.
Elias disputa uma vaga no meio-campo atleticano para o duelo contra o Furacão. A tendência é que o técnico Thiago Larghi mantenha a escalação que venceu o São Paulo na última rodada, com Adilson, Matheus Galdezani, Luan, Cazares e Tomás Andrade entre a defesa e o centroavante Ricardo Oliveira. O Atlético é o sexto colocado do Brasileirão, com 38 pontos.