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Após marcar, Moisés deu uma cambalhota e bateu a câmera de um fotógrafo no chão, como se estivesse batendo um cajado de "profeta". Luan, por sua vez, correu em direção à bandeirinha de escanteio, fez uma dancinha e foi abraçado pelos companheiros do banco de reservas. A bola ficou parada por um minuto e quarenta segundos nos dois casos, até que o jogo fosse reiniciado.
"O momento mais marcante do futebol é o gol. Não teve exagero nenhum. Não fiz nada que fosse proibido. Dei uma cambalhota e depois peguei a câmera do fotógrafo para simbolizar um cajado. Quando eu viro, o juiz está me esperando para dar amarelo. Está ficando muito chato", desabafou Moisés, ao fim da partida.
Moisés ainda fez um comentário inusitado. Disse ter agradecido a Deus por não ter marcado um eventual segundo gol. O motivo é que planejava comemorar de forma irônica, pedindo desculpas ao árbitro - o que, em sua avaliação, poderia lhe custar uma expulsão. "Deus não me deixou fazer o segundo porque eu iria pedir desculpas ao árbitro e então poderia ser expulso pela ironia", contou.
Na súmula, Bassols também justificou o cartão vermelho que aplicou a Matheus Galdezani, do Atlético, após o apito final. "Expulsei com apresentação do cartão vermelho direto, após o término da partida, o sr. Matheus Galdezani por ter entrado no campo de jogo, dirigindo-se à minha presença (círculo central do campo de jogo) e proferindo as seguintes palavras de maneira ofensiva: "falta um c..., falta um c..., falta um c...".