“Falando em relação ao lance, fiquei bastante chateado, porque vi o posicionamento dele no início do lance, que era marcar falta. E você vê que, com a pressão da torcida, acaba mudando. Então é complicado. Na hora, com o jogo pegando fogo, eles tinham acabado de empatar o jogo. Então você fica meio chateado”, disse o volante
Na jogada polêmica, Michel Bastos recebeu pela direita e tentou o cruzamento. A bola bateu no braço de Gabriel, que o cercava. Num primeiro momento, o auxiliar assinalou a infração, sem indicar se foi pênalti ou falta. Em seguida, o árbitro de fundo de campo foi consultado por Wágner do Nascimento.
A decisão foi marcar penalidade, convertida pelo próprio Michel Bastos. O gol saiu apenas quatro minutos do empate do Sport, que, anteriormente, havia levado a virada do Atlético. Diretamente envolvido no lance, Gabriel também comentou a marcação da arbitragem.
“Ele (o árbitro) tem que definir como uma interceptação. O Michel está a dois passos de mim, não tem como eu fazer nada. Quem marcou o pênalti foi o bandeira. Tinha o auxiliar do lado do gol e ele não marcou nada. O bandeira marcou. Agora, é lamentar a derrota e recuperar de todas as formas no sábado contra a Chapecoense”, disse o zagueiro.
Desempenho do time
“Eu não gosto de falar de arbitragem. Tem que falar do nosso time. A gente, fora de casa, conseguiu virar. Jogar aqui é complicado, mas não pode. A gente tinha que segurar, ter maturidade para controlar o jogo. A gente não podia ter deixado eles voltarem para o jogo. A gente permitiu isso. Então, é levantar a cabeça. A gente fica muito triste, porque a gente estava na liderança e, em dois jogos, a gente vacilou, contra o Flamengo e aqui (contra o Sport). Então, é levantar a cabeça e continuar trabalhando. A gente vem jogando bem, mas tem muita coisa para melhorar ainda”, disse.
A chance de retomada do Atlético na tabela do Campeonato Brasileiro será neste sábado, a partir das 16h. O time alvinegro recebe a Chapecoense, no Independência, pela nona rodada da Série A.
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