Vice-presidente do Galo, Lásaro Cândido da Cunha, rebateu as provocações do América após vitória
A polêmica entre Atlético, América e arbitragem ganhou mais um capítulo após a vitória do Galo, sobre o Coelho, por 2 a 0, no Estádio Independência. Após o apito final no Horto na tarde deste domingo, o vice-presidente alvinegro Lásaro Cândido da Cunha rebateu as provocações alviverdes.
“Esqueceram que aqui é 13. Aqui é Galo! Da próxima chame o ‘juiz de outro planeta’”, escreveu o dirigente em seu Twitter.
O América fez seguidas insinuações sobre um complô entre Federação Mineira de Futebol (FMF) e Atlético. O dirigente Anderson Racilan publicou uma montagem do escudo do Alvinegro com as iniciais da FMF. O clube alviverde, em suas redes sociais, convocou o seu torcedor para que sejam 12 contra 12 neste domingo, dizendo que o árbitro seria o 12º jogador do adversário.
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Além disso, os dirigentes do América vinham solicitando arbitragem de fora do estado antes mesmo da primeira partida da semifinal, em função da polêmica do clássico entre Coelho e Galo, pela fase classificatória, em fevereiro. Mas, novamente, Igor Júnio Benevenuto foi sorteado para apitar. Já para o jogo deste domingo, ficou acertada arbitragem de fora do estado. Bráulio da Silva Machado tem a missão de conter os ânimos e conduzir a partida sem maiores polêmicas, o que acabou acontecendo.
Entenda os lances reclamados pelo América
No primeiro clássico, válido pela fase de classificação do Mineiro, o América reclama, principalmente, de dois lances capitais interpretados por Guilherme Dias Camilo. Em jogadas similares, o auxiliar validou um gol do Galo, aos 45 minutos da etapa inicial, e não deu gol do Coelho, aos seis minutos do segundo tempo.
Americanos usaram camisas vermelhas no alinhamento entre as equipes no Horto
Para a semifinal, a diretoria americana solicitou a escala de um árbitro de outro estado. No sorteio, a FMF incluiu um nome de fora de Minas – Wilton Pereira Sampaio (GO) –, porém a bolinha acabou 'premiando' a arbitragem mineira. Novamente, Igor Junio Benevenuto foi o escolhido para conduzir o clássico.
No duelo, novas polêmicas. Aos 41 minutos do primeiro tempo, Aylon marcou após cruzamento de Luan. No lance, o assistente Ricardo Junio de Souza entendeu que o lateral-direito Norberto, do América, tocou de cabeça na bola antes da conclusão final de Aylon, o que deixaria o atacante em condição de impedimento. No entanto, imagens de TV confirmaram que não houve o desvio.
O América também reclamou da atuação de Igor Júnio Benevenuto em lances de faltas, cartões e interpretações de jogadas, assim como no tratamento aos jogadores e à comissão técnica alviverde.