
“Essa é a minha indagação também (oscilação do time). Na verdade, muitas vezes a equipe oscila por algum motivo que a gente não consegue estabelecer. Mas, de qualquer forma, no intervalo nós conseguimos fazer a equipe ver a partida de uma outra maneira”, avaliou o treinador.
Oswaldo de Oliveira já havia citado a oscilação do time em outras partidas. A última delas foi a virada por 3 a 2 sobre o Atlético-GO, no Horto. Na ocasião, a equipe alvinegra fez um grande segundo tempo, apesar de uma primeira etapa ruim.
O empate com o Vasco deixa o Atlético com 47 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro. A partida em São Januário era essencial para as pretensões do time mineiro, que busca uma vaga na próxima edição da Copa Libertadores. Justamente por isso, a conversa no intervalo do jogo foi decisiva para a mudança de rumos do duelo.
“Hoje, eu preferi mexer mais no sentimento do jogador. Eles poderiam se superar, doar um pouquinho mais. E acho que foi o que aconteceu. Teve dois lances que eu citei para eles. O Vasco estava ganhando as segundas bolas no meio do campo. Foi principalmente esse aspecto que eu procurei mexer, sem mexer na equipe”, revelou o treinador, que pediu mais intensidade dos jogadores.
Lamentação
Apesar do empate conquistado fora de casa contra um rival direto, Oswaldo de Oliveira se chateou com as chances desperdiçadas pelo Atlético - especialmente no segundo tempo. De um lado, Victor foi essencial com defesas importantes. Do outro, o time mineiro perdeu oportunidades.
“Acho que, pela chances que nós criamos, e o Vasco também criou, principalmentes as duas últimas que tivemos, seriam fatais e nós poderíamos ter vencido a partida”, lamentou.
O Atlético volta a campo neste domingo, às 19h (de Brasília), contra o Coritiba. A partida é válida pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro.