Luxemburgo chegou ao Galo no início de 2010. Apesar da conquista do Campeonato Mineiro (derrotando o Ipatinga na decisão), o trabalho do treinador sofreu profundas críticas durante o Brasileiro. Ele foi demitido depois de goleada para o Fluminense por 5 a 1, no Rio, e saiu com 49% de aproveitamento.
Depois que deixou o Atlético, o treinador travou grandes duelos com o alvinegro, dirigindo Flamengo, Grêmio, Fluminense e Cruzeiro. Luxa estava no comando do rubro-negro nos confrontos épicos pela Copa do Brasil de 2014 – derrota mineira por 2 a 0 no Rio e goleada por 4 a 1 no Mineirão. Foi ele também o responsável por acabar com o jejum da Raposa no Independência, em 2015. Dirigindo o time celeste, o comandante venceu o Galo por 3 a 1.
Diego Souza chegou também em 2010, com o aval do treinador, tendo no currículo o status de melhor jogador do Brasileiro do ano anterior (atuando pelo Palmeiras). Numa estratégia de marketing do Galo, o jogador, que custou R$ 11 milhões aos cofres do clube, usou a camisa 1, pouco usual para atletas de linha. Mas não rendeu o esperado, atuando apenas em 35 jogos e marcando cinco gols.
Maior contratação da história alvinegra, custando em torno de R$ 20 milhões no total, André teve trajetória diferente de Diego Souza, embora o fim seja parecido: a frustração por não ter sido protagonista. Apesar de ter participado de duas conquistas, do Mineiro e da Copa do Brasil de 2014, ficou a sensação de que ele poderia ter feito mais. Acabou emprestado a Santos, Vasco e ao próprio Sport no período em que não foi aproveitado no Galo. De 2011 a 2015, o camisa 9 jogou 81 vezes e marcou 32 gols.