
Já pensando na estreia na Copa Libertadores, dia 8 de março, contra o Godoy Cruz, na Argentina, o treinador vai poupar os titulares. Vindo do banco, Rafael Moura tem sido um dos que melhor aproveitaram a chance. Já são dois gols em 2017 – diante do Uberlândia e da Pantera. Depois da transferência de Lucas Pratto para o São Paulo, ele se tornou o substituto imediato de Fred, ainda que tenha atuado ao lado do centroavante, numa opção tática audaciosa.
“Fico feliz por ajudar a equipe da maneira que foi. Por ser meu time de coração, a sensação é maravilhosa. Todos nós, do banco de reservas, queremos mostrar nosso valor. Maicosuel, Robinho e eu mostramos o quanto o grupo está unido. O coletivo é mais importante do que o individual”, afirma Rafael Moura, que passou a usar a camisa 13 após o empréstimo de Carlos para o Internacional.
Rafael Moura estava vinculado ao Atlético desde o começo de 2016, mas ficou emprestado ao Figueirense no último Campeonato Brasileiro. Pelo time catarinense ele anotou 14 gols em 40 jogos. O atacante diz se sentir à vontade em campo, auxiliando até mesmo nas roubadas de bola: “O Roger pede que ajudemos na marcação, com o intuito de defender. Acredito que a comissão técnica está satisfeita com nosso rendimento em campo”.
Ainda que poupe os titulares, Roger afirma que mandará uma equipe qualificada para enfrentar a Chapecoense: “É importante colocarmos todos para jogar. Vamos precisar de todos no mesmo nível. Com a possibilidade de classificação na Primeira Liga, temos que ir a Chapecó com um time forte”. Quem pode ser mantido na formação é o volante Rafael Carioca, que levou o terceiro cartão amarelo contra o Democrata-GV e será desfalque diante do Villa Nova, sábado, no Independência.