
Segundo o relatório encaminhado pela diretoria executiva do Galo, no item “Receitas Patrimoniais”, a previsão para cessão de direitos econômicos/ federativos era de R$ 60 milhões.
O Atlético começou 2016 com uma grande venda. No dia 27 de janeiro, o zagueiro Jemerson, revelado nas categorias de base, foi negociado com o Monaco, da França, por aproximadamente 10 milhões de euros (R$ 47 milhões na época). O Galo ficou com 60% do valor, em torno de R$ 29 milhões.
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Agora, no fim de agosto, o Atlético concretizou a venda do lateral-esquerdo Douglas Santos para o Hamburgo, da Alemanha. Aproximadamente R$ 25 milhões foram pagos por 85% dos direitos do atleta. O Galo segue dono de 15%. Para contratar o lateral, o Alvinegro desembolsou três milhões de euros (cerca de R$ 10 milhões na época).
O clube mineiro ainda recebeu valores referentes ao volante Eduardo - não renovou com Atlético e se transferiu para o Internacional - e ao atacante André - negociado pelo Corinthians ao Sporting, de Portugal. O Galo detinha parte nos direitos econômicos dos atletas.
A direção atleticana não revela nem confirma valores das vendas. Os números acima foram levantados com pessoas envolvidas nas negociações
Peças de reposição
Essas vendas, além de darem tranquilidade para o presidente Daniel Nepomuceno conduzir o clube financeiramente até o fim da temporada, vieram acompanhadas de peças de reposição.
“A gente planejou a venda, trouxemos o Fábio. E planejamos para outros setores também, trouxemos para o ataque, por exemplo. Até para volante, se aparecesse uma proposta muito boa, a gente poderia acertar”, explicou o dirigente, em entrevista ao Superesportes no dia em que anunciou a venda do lateral Douglas Santos ao Hamburgo.
Já as vagas deixadas por Jemerson e Giovanni Augusto tiveram como peças de reposição os equatorianos Erazo e Cazares.