Jogadores durante duelo entre América e Tolima-COL pela 3ª rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores
A chegada do técnico Vagner Mancini causou mudanças no América, tanto positivas quanto negativas. Com o treinador, a média de gols nas partidas do Coelho dobrou se comparado com os demais jogos de 2022. Ou seja, a equipe alviverde tem balançado mais vezes as redes, mas também tem falhado mais defensivamente.
Desolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A PressDesolação dos jogadores do América, no Independência, com a derrota por 3 a 2 para o Tolima, de virada, pela terceira rodada do Grupo D da Copa Libertadores. Coelho esteve à frente do placar duas vezes, mas permitiu reação dos colombianos no Horto. Situação do time mineiro é complicada na competição. - foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press
Antes de Mancini chegar, sob o comando de Marquinhos Santos, a média de gols em jogos do América era de 1,79. Foram 19 partidas e 34 bolas nas redes. Já com o novo técnico, a média dobra para 3,6 gols por duelo. Ou seja, em cinco confrontos as redes foram balançadas 18 vezes.
Mancini tem vivido momentos de oscilação no comando americano. Ora o Coelho faz grande exibição, como por exemplo na vitória por 4 a 1 sobre o Juventude, pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro, e ora não, como na derrota por 3 a 0 para o Santos, logo no duelo seguinte, pela 3ª rodada da competição.
"A gente tem que entender que, às vezes, vamos ter uma certa dificuldade dentro da partida. Nós temos que tirar cartas da manga, para que possamos ser competitivos em todas as partidas, porque o cenário vai se modificar. Às vezes vamos enfrentar um time que vem pra cima, que é mais rápido, outra vez um que espera", disse Mancini em entrevista.
Com o técnico, o América sofreu oito gols em cinco jogos, média de 1,6 por duelo. Já sob o comando de Marquinhos, em 19 confrontos, os alviverdes tiveram suas redes balançadas em 18 oportunidades - média de 0,95 por partida.
Lado inverso da moeda
Nas fases preliminares da Copa Libertadores, ainda com Marquinhos Santos, o América chegou a passar nos pênaltis contra o Barcelona-EQU, pela segunda fase, com dois resultados de 0 a 0, tanto em Guayaquil, no Equador, quanto em Belo Horizonte. Tais números mostram, também, a deficiência que a equipe tinha para atacar o adversário.
Sob o comando de Marquinhos, em 19 jogos, o América marcou apenas 16 gols, média de 0,84 por confronto - número menor que o de sofridos. Já com Mancini, a situação se opôs. Mesmo sem a presença de um centroavante fixo, o Coelho marcou 10 gols em cinco partidas, média de dois por duelo.
Diego Alves - 36 anos - goleiro do Flamengo - foto: DivulgaçãoJoão Ricardo - 33 anos - goleiro do Ceará
- foto: DivulgaçãoDouglas Friedrich - 33 anos - goleiro do Avaí
- foto: DivulgaçãoDanilo Fernandes - 34 anos - goleiro do Bahia
- foto: DivulgaçãoMarcelo Lomba - 35 anos - goleiro do Palmeiras
- foto: DivulgaçãoRafinha - 36 anos - lateral-direito do São Paulo
- foto: DivulgaçãoIsla - 33 anos - lateral-direito do Flamengo
- foto: DivulgaçãoRodinei - 30 anos - lateral-direito do Flamengo
- foto: DivulgaçãoIgor Vinícius - 25 anos - lateral-direito do São Paulo
- foto: DivulgaçãoAuro - 26 anos- lateral-direito do Santos
- foto: DivulgaçãoMadson - 30 anos - lateral-direito do Santos
- foto: DivulgaçãoMariano - 35 anos - lateral-direito do Atlético
- foto: DivulgaçãoMiranda - 37 anos - zagueiro do São Paulo
- foto: DivulgaçãoDavid Luiz - 35 anos - zagueiro do Flamengo
- foto: DivulgaçãoDiego Costa - 22 anos - zagueiro do São Paulo
- foto: DivulgaçãoKanu - 25 anos - zagueiro do Botafogo
- foto: DivulgaçãoLuccas Claro - 30 anos - zagueiro do Fluminense
- foto: DivulgaçãoRodrigo Moledo - 34 anos - zagueiro do Internacional - foto: DivulgaçãoGabriel Mercado - 35 anos - zagueiro do Internacional
- foto: DivulgaçãoDiego Godín - 36 anos - zagueiro do Atlético
- foto: DivulgaçãoLuiz Otávio - 29 anos - zagueiro do Bahia
- foto: DivulgaçãoGeromel - 36 anos - zagueiro do Grêmio
- foto: DivulgaçãoKannemann - 31 anos - zagueiro do Grêmio
- foto: DivulgaçãoIgor Rabello - 26 anos - zagueiro do Atlético
- foto: Pedro Souza/AtléticoTiti - 34 anos - zagueiro do Fortaleza
- foto: DivulgaçãoWalce - 23 anos - zagueiro do São Paulo
- foto: DivulgaçãoRéver - 37 anos - zagueiro do Atlético
- foto: DivulgaçãoFilipe Luís - 36 anos - do lateral-esquerdo do Flamengo
- foto: DivulgaçãoFábio Santos - 36 anos - lateral-esquerdo do Corinthians
- foto: DivulgaçãoReinaldo - 32 anos - lateral-esquerdo do São Paulo
- foto: DivulgaçãoJuninho Capixaba - 24 anos - lateral-esquerdo do Fortaleza
- foto: DivulgaçãoDiego Ribas - 37 anos - meia do Flamengo
- foto: DivulgaçãoLucas Lima - 31 anos - meia do Fortaleza
- foto: DivulgaçãoLucas Crispim - 28 anos - meia do Fortaleza
- foto: DivulgaçãoZé Ricardo - 26 anos - volante do América
- foto: DivulgaçãoGustavo Scarpa - 28 anos - meia do Palmeiras
- foto: DivulgaçãoCamacho - 32 anos - meia do Santos
- foto: DivulgaçãoNenê - 40 anos - meia do Vasco
- foto: DivulgaçãoYago Felipe - 27 anos - volante do Fluminense
- foto: DivulgaçãoRodrigo Dourado - 27 anos - volante do Internacional
- foto: DivulgaçãoRodriguinho - 34 anos - meia do Cuiabá
- foto: DivulgaçãoValdívia - 27 anos - meia do Cuiabá - foto: DivulgaçãoBoschilia - 26 anos - meia do Internacional - foto: DivulgaçãoVitinho - 28 anos - atacante do Flamengo - foto: DivulgaçãoElkeson - 32 anos - atacante Grêmio
- foto: DivulgaçãoEder- 35 anos - atacante do São Paulo
- foto: DivulgaçãoToró - 22 anos - atacante do São Paulo
- foto: DivulgaçãoRodallega - 36 anos - atacante do Bahia
- foto: DivulgaçãoDiego Souza - 36 anos - atacante do Grêmio
- foto: DivulgaçãoWellington Paulista - 39 anos - atacante do América - foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A. Press