Com o fim do jejum de 11 jogos, o clima no América é de alívio. Nesse domingo, o Coelho bateu o Santos por 2 a 1, no Independência, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, e se manteve na luta contra o rebaixamento. O técnico Givanildo Oliveira ressaltou as dificuldades na afirmou que o triunfo sobre o Peixe renova os ânimos do elenco para o difícil confronto com o líder da competição, o Palmeiras, nesta quarta-feira, às 21h45, no Alliaz Parque, em São Paulo.
Saiba mais
Givanildo assumiu o América há apenas uma semana, em substituição a Adilson Batista, demitido. A estreia do experiente técnico foi na derrota para o Internacional, por 2 a 0, no Beira-Rio. A três jogos do fim do Brasileiro, Givanildo aponta a falta de tempo para preparação do time como um adversário a mais na briga contra a degola.
“Não tem (tempo para treinos). Desde que eu cheguei, fiz apenas um treino de 30 minutos. Para conhecer o grupo, alguns que não conhecia e arrumar um pouco. Foi antes do jogo contra o Inter. Acabou e ficamos lá (Porto Alegre) e voltamos na sexta-feira. Teve uma viagem longa e, no outro dia, já era véspera de jogo. Tem tudo isso. Se tivesse perdido, não estaria dando desculpa aqui. Não, descansaram e jogador tem que estar acostumado com essa situação. Fizemos um jogo muito importante nessa parte, sem ninguém se arrastando em campo, e foi muito importante a vitória”, concluiu.
A vitória sobre o Santos deixou o América na 17ª colocação, com 37 pontos, um a menos que Ceará e Sport, dois primeiros times acima da zona do rebaixamento. O time cearense, no entanto, atua pela 35ª rodada nesta segunda-feira, contra o Fluminense, no Rio de Janeiro. O Coelho, após enfrentar o Palmeiras, tem os desafios finais no Brasileiro diante de Bahia (em casa) e Fluminense (fora).