“No primeiro tempo o Bahia engoliu, com uma pegada muito forte tanto na frente quanto atrás. Não conseguimos jogar e impedir que eles avançassem, principalmente pelos lados”, observou Givanildo, que no intervalo da partida cobrou muito dos jogadores e pediu postura diferente, principalmente na marcação.
“Chegou o intervalo e nós consertamos. Aí acabou. Colocamos o Rodrigo em cima do Souza e já matou ali. Do lado esquerdo o Raul entrou mais um pouquinho como um terceiro volante... teve um lance perigoso em que o Wesley foi tirar e quase fez o pênalti. Mas a partir dali nós criamos e tivemos chances até de ganhar o jogo”, acrescentou.
Após ver Kieza fazer 1 a 0 aos 26min do primeiro tempo, o América sofreu para conseguir o empate, que veio já na etapa final, com o zagueiro Alison, aos 32min. O camisa 4 se aproveitou de escanteio cobrado por Marcelo Toscano e finalizou de cabeça, sem chances para o goleiro Douglas Pires.
Na entrevista coletiva, Givanildo citou a situação das equipes na tabela para valorizar ainda mais o resultado. “O empate teve sabor de vitória, embora não seja o ideal. Mas o Bahia não avançou e nós continuamos com um ponto à frente dele”, conclui o técnico. O placar de 1 a 1 na Fonte Nova mantém o América na terceira posição, agora com 35 pontos. O Bahia, que segue com um ponto a menos, deixa o G-4 ao ser ultrapassado pelo Sampaio Corrêa.
Na próxima rodada, o América recebe o Luverdense no Independência, sexta-feira, às 19h30, pela 21ª rodada. Na arena do Horto, o Coelho tem ótima campanha: oito vitórias, um empate e apenas uma derrota (83,3% de aproveitamento).