
“Sempre dá um frio na barriga, estou acostumado com isso. Fui feliz de fazer um gol e quero dedicar para a minha família”, disse.
Natural do Espírito Santo, Richarlison veio do modesto Real Noroeste para as categorias de base do Coelho. A trajetória simples trilhada nos últimos oito meses, quando chegou ao América, não impediu o atacante em mostrar personalidade em campo.
“Venho demonstrando a confiança desde o júnior e tive a oportunidade de demonstrar isso com a camisa do América nesta noite”, completou.
O despertar precoce de uma nova promessa americana fez o técnico Givanildo Oliveira falar em continuidade e pés no chão com o jogador.
“Eu não vou escalar o time agora. Falar do Richarlison é a mesma coisa que digo sempre: se tiver condições joga, independente de ser da base. O problema é que acelerar alguns processos não adianta. Estou no dia a dia com os jogadores, em treino e conversando, e sabendo aquilo que eles podem dar. Alguns, como o Richarlison, entram e se dão bem. Outros não. O Richarlison foi um momento. Entrou bem, conseguiu ajudar com o gol que tranquilizou. Jogar ou não vai depender muito da continuidade dele”.