
Bob Faria, colunista do Superesportes, comenta a volta do Cruzeiro para a Série A do Brasileiro
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O ponto de virada para este momento, que é sim histórico (porque tão impactante quanto a queda é a jornada de volta), foi a determinação de que o grupo de jogadores não era um amontoado de craques, mas uma força coletiva de batalhadores, com os pés no chão e dispostos a juntar seus talentos para que o resultado fosse muito mais que a simples soma entre as partes.
Capítulo à parte para o trabalho de do treinador Paulo Pezzolano. Não o conheço pessoalmente, mas noto nele a visão dos campeões. Aquela visão de quem conhece seus limites, mas não se contenta com eles e busca soluções onde a maioria enxergaria impossibilidades.
Obviamente, que assim como disse o Ronaldo ao fim do jogo, esta é uma vitória esportiva, porque ainda há muito para se colocar no lugar administrativamente falando.
Mas, certamente, é muito mais fácil arrumar a casa quando os ventos são de vitória. Não as vitórias inebriantes, impulsionadas pela irresponsabilidade, mas aquelas vindas do mérito genuíno.
Mas, certamente, é muito mais fácil arrumar a casa quando os ventos são de vitória. Não as vitórias inebriantes, impulsionadas pela irresponsabilidade, mas aquelas vindas do mérito genuíno.
Levantar-se depois de ser derrubado é nobre e admirável, porque não é uma jornada para os fracos de espírito. E as cicatrizes que ficam nada mais são do que as marcas de batalhas vencidas.