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"Acompanhamos os acontecimentos na Ucrânia com tristeza e assustados e esperamos uma solução rápida e pacífica para a situação atual", acrescentou a nota.
A decisão vem depois de uma intensa pressão do mundo esportivo a respeito de sanções à Rússia pela invasão da Ucrânia. Especificamente no automobilismo, dois nomes revelantes da F-1, Sebastian Vettel e Max Verstappen, defenderam, nessa quinta-feira, o boicote ou o cancelamento do GP da Rússia.
"É horrível ver o que está acontecendo. De minha parte, minha opinião é que não devo ir, não vou", declarou Vettel, campeão mundial de F-1 em 2010, 2011, 2012 e 2014, em coletiva de imprensa durante os treinos de pré-temporada no circuito de Montmeló, perto de Barcelona (Nordeste da Espanha).
"Sinto muito pelas pessoas inocentes que perderam a vida, que morrem por razões estúpidas", por alguns "líderes muito estranhos e loucos. Vamos falar sobre isso, mas já tomei minha decisão", insistiu o piloto da Aston Martin.
"Quando um país está em guerra, o correto é não correr lá, com certeza. Mas o que conta não é o que eu penso, será decidido por todo paddock", disse, por sua vez, o atual campeão mundial, o holandês Max Verstappen (Red Bull).
Nesta sexta-feira, o último dia de treinos de pré-temporada, a equipe Haas – cujos carros costumam usar as cores azul, branco e vermelho, que coincidem com as da bandeira russa – trouxe carros totalmente brancos, sem referências ao seu principal patrocinador Uralkali, uma empresa russa especializada em potássio.
O chefe da equipe, Günther Steiner, declarou que anuncia, na próxima semana, o futuro da colaboração entre a Haas e a Uralkali. Seu presidente é Dimitri Mazepin, pai de Nikita Mazepin, um dos dois pilotos da equipe, que também não tem garantia de continuidade.
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