Bruno Rodrigo Schwartz é diretor do Instituto Galo (Foto: TV Galo/Reprodução)
Na nota, o clube diz não concordar com o teor da mensagem e afirma que tanto o Atlético quanto o Instituto Galo são "entidades apartidárias".
"O Galo informa que a referida postagem reflete uma posição pessoal do autor, com a qual o Clube não concorda. O Atlético e o Instituto Galo são entidades apartidárias cuja única bandeira é a alvinegra. Qualquer manifestação de cunho político-partidário, de um lado ou de outro, é desautorizada pelo Clube. Aqueles que as praticarem responderão individualmente por seus atos e serão chamados pela instituição a prestarem os esclarecimentos necessários."
No domingo, Bruno Rodrigo Schwartz fez duas postagens no Twitter. A primeira continha o seguinte trecho do Hino Nacional: "Mas, se ergues da justiça a clava forte, verás que um filho teu não foge à luta, nem teme quem te adora a própria morte! Terra adorada, entre outras mil, és tu, Brasil, ó pátria amada".
Primeira postagem de Bruno Rodrigo Schwartz no twitter (Foto: Twitter/Reprodução)
Bruno Rodrigo Schwartz foi criticado por alguns torcedores, que cobraram do Atlético um posicionamento.
Em meio à repercussão negativa, ele apagou a postagem e publicou uma nova, em que condenava as ações violentas na capital federal – que resultaram em depredação em prédios públicos e levaram à detenção de 1.200 pessoas.
Segunda postagem de Bruno Rodrigo Schwartz no twitter (Foto: Twitter/Reprodução)
Diretor se manifesta sobre post
Atletas e ex-atletas nas redes sociais
Alguns esportistas se manifestaram sobre os atos violentos em Brasília, entre eles Paulinho, jogador contratado pelo Atlético para a temporada'2023.
Atletas e ex-atletas que se posicionaram contra ato golpista de bolsonaristas em Brasília
Lenda do vôlei brasileiro e ministra do Esporte do governo Lula, Ana Moser cobrou que atos terroristas sejam punidos.
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Ídolo do Corinthians e colunista do Uol, o ex-centroavante Walter Casagrande demonstrou insatisfação pelo silêncio dos jogadores de futebol em relação à tentativa de golpe.
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Campeão panamericano no taekwondo em 2007, Diogo Silva publicou uma charge para criticar os atos em Brasília.
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Ex-jogador de clubes como Atlético e Corinthians e atualmente parte da gestão do Cruzeiro, Elias condenou os atos e compartilhou postagem que faz reflexão sobre racismo.
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Ex-jogador de vôlei, Gustavo criticou os atos terroristas. Durante a campanha, ele apoiou Jair Bolsonaro, que acabou derrotado por Lula no segundo turno.
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A ex-nadadora Joanna Maranhão gravou vídeos em que se posiciona fortemente nas redes sociais e cobra punição aos terroristas.
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Ídolo do Vasco e do Lyon, o ex-jogador e comentarista Juninho Pernambucano criticou o governador de Brasília Ibaneis Rocha. O político foi afastado do cargo pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que o considerou conivente com golpistas que depredaram sedes dos três poderes.
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Campeão mundial de judô em 2007, Luciano Corrêa compartilhou postagem que critica o atentado contra a democracia.
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Novo atacante do Atlético, Paulinho foi exceção em meio ao silêncio dos jogadores brasileiros e se posicionou contra os atos terroristas.
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Paulinho também cobrou punição aos criminosos.
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Jogador do Barcelona e da Seleção Brasileira, o atacante Raphinha publicou crítica antirracista, mas a postagem foi apagada depois.
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Ídolo de vários clubes e da Seleção Brasileira, o senador Romário (PL) criticou os atos. Nos últimos meses, o ex-centroavante se posicionou tanto favoravelmente quanto contra Jair Bolsonaro.
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Medalhista nos Jogos Paralímpicos de 2016 e campeã mundial no atletismo, Verônica Hipólito - que fez parte da transição para o governo Lula - critioou Bolsonaro e seus seguidores.
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