Cruzeiro se tornou um grande ganhador de copas na década de 1990 (Foto: Arquivo/EM D.A Press)
Leia também:
- Cruzeiro 100 anos: fundação, construção de estádio e mascote (parte 1)
O PERÍODO DE JEJUM
Raimundinho surgiu no Cruzeiro num período em que o clube não conseguia ganhar títulos (Foto: Arquivo/Estado de Minas)
A ERA MINEIRÃO
Imagem da construção do Mineirão na década de 1960 (Foto: Arquivo/Estado de Minas)
Festa do Cruzeiro em BH com a conquista da Taça Brasil de 1966
Em 7 de dezembro de 1966, o Cruzeiro conquistou a Taça Brasil, seu primeiro título brasileiro, ao derrotar o Santos de Pelé por 3 a 2, no Pacaembu, em São Paulo. Na chegada a Belo Horizonte, os jogadores foram recebidos com muita festa no Aeroporto da Pampulha. Houve desfile em carro aberto e uma homenagem na sede do Governo de Minas.
Foto: Arquivo EM
Em 7 de dezembro de 1966, o Cruzeiro conquistou a Taça Brasil, seu primeiro título brasileiro, ao derrotar o Santos de Pelé por 3 a 2, no Pacaembu, em São Paulo. Na chegada a Belo Horizonte, os jogadores foram recebidos com muita festa no Aeroporto da Pampulha. Houve desfile em carro aberto e uma homenagem na sede do Governo de Minas.
Foto: Arquivo EM
Em 7 de dezembro de 1966, o Cruzeiro conquistou a Taça Brasil, seu primeiro título brasileiro, ao derrotar o Santos de Pelé por 3 a 2, no Pacaembu, em São Paulo. Na chegada a Belo Horizonte, os jogadores foram recebidos com muita festa no Aeroporto da Pampulha. Houve desfile em carro aberto e uma homenagem na sede do Governo de Minas.
Foto: Arquivo EM
Em 7 de dezembro de 1966, o Cruzeiro conquistou a Taça Brasil, seu primeiro título brasileiro, ao derrotar o Santos de Pelé por 3 a 2, no Pacaembu, em São Paulo. Na chegada a Belo Horizonte, os jogadores foram recebidos com muita festa no Aeroporto da Pampulha. Houve desfile em carro aberto e uma homenagem na sede do Governo de Minas.
Foto: Arquivo EM
Em 7 de dezembro de 1966, o Cruzeiro conquistou a Taça Brasil, seu primeiro título brasileiro, ao derrotar o Santos de Pelé por 3 a 2, no Pacaembu, em São Paulo. Na chegada a Belo Horizonte, os jogadores foram recebidos com muita festa no Aeroporto da Pampulha. Houve desfile em carro aberto e uma homenagem na sede do Governo de Minas.
Foto: Arquivo EM
Em 7 de dezembro de 1966, o Cruzeiro conquistou a Taça Brasil, seu primeiro título brasileiro, ao derrotar o Santos de Pelé por 3 a 2, no Pacaembu, em São Paulo. Na chegada a Belo Horizonte, os jogadores foram recebidos com muita festa no Aeroporto da Pampulha. Houve desfile em carro aberto e uma homenagem na sede do Governo de Minas.
Foto: Arquivo EM
Em 7 de dezembro de 1966, o Cruzeiro conquistou a Taça Brasil, seu primeiro título brasileiro, ao derrotar o Santos de Pelé por 3 a 2, no Pacaembu, em São Paulo. Na chegada a Belo Horizonte, os jogadores foram recebidos com muita festa no Aeroporto da Pampulha. Houve desfile em carro aberto e uma homenagem na sede do Governo de Minas.
Foto: Arquivo EM
Cruzeiro goleia Santos por 6 a 2 no jogo de ida da final, em 1966
Imagens da vitória do Cruzeiro sobre o Santos, por 6 a 2, no Mineirão, no jogo de ida da final da Taça Brasil de 1966. Gols celestes foram marcados por Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes (3) e Tostão (pênalti)
Foto: Arquivo Estado de Minas
Imagens da vitória do Cruzeiro sobre o Santos, por 6 a 2, no Mineirão, no jogo de ida da final da Taça Brasil de 1966. Gols celestes foram marcados por Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes (3) e Tostão (pênalti)
Foto: Arquivo Estado de Minas
Imagens da vitória do Cruzeiro sobre o Santos, por 6 a 2, no Mineirão, no jogo de ida da final da Taça Brasil de 1966. Gols celestes foram marcados por Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes (3) e Tostão (pênalti)
Foto: Arquivo Estado de Minas
Imagens da vitória do Cruzeiro sobre o Santos, por 6 a 2, no Mineirão, no jogo de ida da final da Taça Brasil de 1966. Gols celestes foram marcados por Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes (3) e Tostão (pênalti)
Foto: Arquivo Estado de Minas
Imagens da vitória do Cruzeiro sobre o Santos, por 6 a 2, no Mineirão, no jogo de ida da final da Taça Brasil de 1966. Gols celestes foram marcados por Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes (3) e Tostão (pênalti)
Foto: Arquivo Estado de Minas
Imagens da vitória do Cruzeiro sobre o Santos, por 6 a 2, no Mineirão, no jogo de ida da final da Taça Brasil de 1966. Gols celestes foram marcados por Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes (3) e Tostão (pênalti)
Foto: Arquivo Estado de Minas
Imagens da vitória do Cruzeiro sobre o Santos, por 6 a 2, no Mineirão, no jogo de ida da final da Taça Brasil de 1966. Gols celestes foram marcados por Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes (3) e Tostão (pênalti)
Foto: Arquivo Estado de Minas
Imagens da vitória do Cruzeiro sobre o Santos, por 6 a 2, no Mineirão, no jogo de ida da final da Taça Brasil de 1966. Gols celestes foram marcados por Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes (3) e Tostão (pênalti)
Foto: Arquivo Estado de Minas
Pelé em ação contra o Cruzeiro, no Mineirão, no primeiro duelo da final da Taça Brasil de 1966
Foto: Arquivo Estado de Minas
A CONQUISTA DA AMÉRICA
Fotos de Roberto Batata jogando pelo Cruzeiro
Atacante do Cruzeiro, Roberto Batata, em disputa de bola
Foto: Arquivo EM
Roberto Batata em lance da partida entre Cruzeiro e Internacional, vencida, por 5 a 4 pelo time celeste
Foto: Arquivo EM
Roberto Batata em lance em jogo contra o Santos
Foto: Arquivo EM
Roberto Batata em lance em jogo contra o Vasco
Foto: Arquivo EM
Caçapava(8), Paulo César(10), Chico Fraga(4) e Roberto Batata(7), em lance do jogo Internacional e Cruzeiro, pela decisão da Copa Brasil
Foto: Em Arquivo
Roberto Batata em lance de partida pelo Cruzeiro
Foto: Em Arquivo
Milhares de torcedores, parentes e amigos acompanharam o cortejo de Roberto Batata
Foto: Arquivo EM
Milhares de torcedores, parentes e amigos acompanharam o cortejo de Roberto Batata
Foto: Arquivo EM
Milhares de torcedores, parentes e amigos acompanharam o cortejo de Roberto Batata
Foto: Arquivo EM
Lance da partida entre Cruzeiro X Alianza-PER, pela Libertadores de 76, no Mineirão. O Cruzeiro venceu por 7X1. O jogo marcava também a homenagem a Roberto Batata
Foto: Arquivo EM
Festa do Cruzeiro em BH com o título da Libertadores de 1976
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, em avião da antiga companhia Vasp (já extinta), jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
O Cruzeiro conquistou a Copa Libertadores de 1976 ao derrotar o River Plate por 3 a 2 em Santiago, no Chile, em 30 de julho. Foi a terceira partida da decisão. No desembarque no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, jogadores celestes foram recebidos com muita festa. Houve ainda desfile de carro aberto pelas ruas da capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
Grandes times do Cruzeiro na história
Cruzeiro campeão da Taça Brasil de 1966 sobre o Santos de Pelé. Time celeste bateu o rival paulista por 6 a 2 no Mineirão. De pé: Neco, Pedro Paulo, William, Procopio, Piazza e Raul (goleiro). Agachados: Natal, Tostão, Evaldo, Dirceu Lopes e Hilton Oliveira
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão da Libertadores de 1976. Nesse duelo contra o River Plate, no Mineirão, celestes venceram por 4 a 1. De pé: Darci, Piazza, Morais, Nelinho, Vanderlei e Raul. Agachados: Eduardo, Zé Carlos, Palhinha, Jairzinho e Joãozinho
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão da Supercopa de 1991: Ademir, Nonato, Paulão, Adílson, Célio Gaúcho e Paulo César Borges; Mário Tilico, Boiadeiro, Charles, Luís Fernando e Marquinhos
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão mneiro e da Supercopa de 1992. De pé: Paulo Roberto, Nonato, Célio Lúcio, Luisinho, Douglas e Paulo César Borges; Betinho, Boiadeiro, Luís Fernando, Renato Gaúcho e Roberto Gaúcho
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão da Copa do Brasil de 1993 sobre o Grêmio, no Mineirão. Vitória por 2 a 1 assegurou o título até então inédito. Time posado: Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Célio Gaúcho, Robson, Paulo César Borges e Nonato; Ademir, Cleison, Edenílson 'Índio Azul', Éder Aleixo e Roberto Gaúcho.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão da Copa Master sobre o Olimpia-PAR, em 1995. No primeiro duelo, em Assunção, 0 a 0. No Mineirão, vitória celeste por 1 a 0. Nesta foto, tirada no Paraguai, estão William Andem; Rodrigo Silva, Rogério, Ademir, Júnior e Nonato; Marcelo Ramos, Ricardinho, Pingo, Luiz Fernando Gomes e Cleison
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão da Copa do Brasil de 1996 sobre o Palmeiras. Time da foto conta com Dida, Vitor, Gelson Baresi, Célio Lúcio, Fabinho e Nonato; Marcelo Ramos, Palhinha, Cleison, Ricardinho e Roberto Gaúcho.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão da Copa Libertadores de 1997 sobre o Sporting Cristal. Na foto, tirada em Lima, no Peru, o time contou com Dida, Wilson Gottardo, Vitor, Gelson Baresi, Fabinho e Nonato; Ricardinho, Palhinha, Marcelo Ramos, Donizete Oliveira e Cleison
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro de 2000, tricampeão da Copa do Brasil ao vencer o São Paulo por 2 a 1 no Mineirão. Na foto estão Sorín, André Doring, Cléber, Donizete Oliveira, Cris e Marcos Paulo; Geovanni, Jackson, Rodrigo, Ricardinho e Oséas.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Time do Cruzeiro tetracampeão da Copa do Brasil, em 2003, sobre o Flamengo. Na foto estão Luisão, Gladstone, Wendel, Gomes (goleiro) e Jardel. Agachados: Augusto Recife, Leandro, Deivid, Maurinho, Aristizábal e Alex
Foto: Arquivo / EM DA PRESS
Time do Cruzeiro campeão brasileiro de 2003. Nesse jogo das faixas, válido pela 45ª rodada, time celeste goleou Fluminense por 5 a 2. Na foto estão Arthur (goleiro), Maldonado, Marcio Nobre, Maurinho, Edu Dracena, Cris, Maicon, Thiago, Gomes (goleiro). Agachados: Wendel, Augusto Recife, Leandro, Sandro, Mota, Felipe Melo, Alex Dias, Zinho e Alex. O Cruzeiro ainda venceu a Copa do Brasil e o Campeonato Mineiro com essa mesma base.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Time do Cruzeiro tricampeão brasileiro, em 2013. Foto tirada no jogo das faixas, contra o Bahia, válido pela 37ª rodada. De pé: Fábio. Nilton, Henrique, Leo, Ricardo Goulart, Lucas Silva, Bruno Rodrigo, Souza, Dedé, Borges, Júlio Baptista, Rafael e Dagoberto. Agachados: Leandro Guerreiro, Tinga, Everton, Vinícius Araújo, Élber, Egídio, Luan, Lucca, Everton Ribeiro, Willian e Ceará
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Time do Cruzeiro campeão brasileiro de 2014. Em pé: Henrique, Lucas Silva, Bruno Rodrigo, Nilton, Leo, Alex, Elisson, Júlio Baptista, Manoel e Fábio. Agachados: Ricardo Goulart, Mayke, Egidio, Éverton Ribeiro, Willian, Marcelo Moreno, Marlone, Neilton, Breno Lopes, Judivan, Eurico e Dagoberto. Nesse jogo, válido pela 36ª rodada, o Cruzeiro venceu por 2 a 1.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão da Copa do Brasil de 2017: Rafael, Raniel, Murilo, Hudson, Lucas França, Arthur, Leo, Nonoca, Fábio, Ezequiel, Robinho, Henrique, Diogo Barbosa, Alisson, Lucas França, Rafinha, Elber, Lucas Romero, Manoel, Bryan, Arrascaeta, Thiago Neves e John Lennon.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Cruzeiro campeão da Copa do Brasil de 2018: Rafael, Bruno Rodrigo, Henrique, Dedé, Leo, Barcos, Ariel Cabral, Fábio, Raniel, Murilo, Fred, Lucas Silva, Thiago Neves, Edilson, Egídio, Robinho, Rafinha, Marcelo Hermes, Ezequiel, David, Mancuello, Lucas Romero e Rafael Sobis.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
AS VACAS MAGRAS
O FENÔMENO
Imagens de Ronaldo, o Fenômeno, no Cruzeiro
Ronaldo e Belletti na base do Cruzeiro
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo estreou no profissional do Cruzeiro em 25 de maio de 1993
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Sem entrar em campo, Ronaldo fez parte do grupo campeão da Copa do Brasil
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Primeira decepção foi a perda da Recopa Sul-Americana para o São Paulo, em 1993
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Durante o jogo da final da Recopa, Ronaldo fez uma grande jogada, em que driblou a defesa são-paulina e tocou no canto do goleiro Zetti, que salvou com os pés
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo (atrás de Nonato) marcou cinco gols sobre o Bahia, do goleiro uruguaio Rodolfo Rodríguez, no Brasileirão 93
Foto: Arquivo/EM/D.APress
No Brasileirão 93, Ronaldo fez 12 gols em 14 jogos
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Na Supercopa 93, Ronaldo foi o artilheiro com 8 gols em 4 jogos
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo entorta uruguaio Kanapkis em clássico contra o Atlético
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo marcou três gols no clássico sobre o Atlético em 1994
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo virou ídolo dos cruzeirenses em poucos meses
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo disputou a Libertadores 94, em grupo com Vélez (foto), Boca e Palmeiras
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo sobrou no título mineiro invicto de 94, marcando 22 gols
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo em campo com o lateral Paulo Roberto
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo inferniza a defesa do América no Campeonato Mineiro
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Paulo Roberto, Ronaldo e Dida cumprimentam a torcida do Cruzeiro
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo era muito marcado pelos adversários
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Em 58 jogos no Cruzeiro (55 como titular), Ronaldo marcou 56 gols
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Em 58 jogos no Cruzeiro (55 como titular), Ronaldo marcou 56 gols
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Ronaldo treina na Toca da Raposa I
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Jogadores do Cruzeiro em Copas do Mundo
Arrascaeta - O ex-camisa 10 do Cruzeiro vestiu o mesmo número na Seleção Uruguaia na Copa do Mundo de 2018. Ele disputou dois jogos: foi titular na estreia, na vitória por 1 a 0 sobre o Egito, e entrou no segundo tempo no triunfo por 3 a 0 sobre a Rússia. Foi vendido ao Flamengo em 2019.
Foto: MOBILE PUSH ALERTS/DOWN
Gilberto - O lateral/meia teve duas passagens pelo Cruzeiro, uma entre 1998 e 1999, outra entre 2009 e 2011. Nesta segunda, ele foi tão bem que acabou lembrado pelo técnico Dunga para a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010. Era reserva de Michel Bastos na lateral esquerda. Depois de se aposentar, Gilberto continuou trabalhando no futebol. Foi coordenador técnico do América-RJ em 2017.
Foto: AFP/ Fabrice Coffrini
Sorín - O argentino foi comprado pelo Cruzeiro em janeiro de 2000 em uma das transações mais caras do futebol brasileiro na época: US$ 5,08 milhões. O investimento foi produtivo, já que o lateral se tornou ídolo do Cruzeiro. Jogou a Copa do Mundo de 2002 sendo atleta da Raposa. A equipe de Bielsa, que chegou como uma das favoritas ao título, caiu na primeira fase. Sorín também jogou o Mundial de 2006. Ao se aposentar, virou comentarista esportivo.
Foto: Katsumi/ Kasahara
Edílson - Jogou no Cruzeiro por pouco tempo, mas foi o suficiente para ser chamado para a Copa do Mundo de 2002. Ele era reserva da Seleção Brasileira, que tinha no ataque Ronaldinho, Rivaldo e Ronaldo. Depois de abandonar os gramados, chegou a abrir uma empresa de produções artísticas em Salvador e hoje trabalha como comentarista na Band. Já foi preso por não pagar pensão alimentícia.
Foto: AFP/Elise Amendola
Dida - É um dos maiores goleiros da história do Cruzeiro. Fez defesas impensáveis e foi um dos grandes nomes nas conquistas da Copa do Brasil de 1996 e da Copa Libertadores de 1997. Por causa do grande momento, foi lembrado na Copa do Mundo de 1998. Era terceiro goleiro, ficando às sombras do titular Taffarel e do primeiro suplente Carlos Germano. Depois do Mundial, deixou o Cruzeiro. Atuou em outros dois Mundiais (2002 e 2006). Aposentado, Dida fez curso de técnico na CBF. Ele começou a carreira sendo auxiliar de Seedorf na China, em 2016.
Foto: AFP/ Patrick Gardin
Ronaldo - Ronaldinho, como era chamado no passado, surgiu como um furacão no Cruzeiro. Com a camisa estrelada, ele marcou 56 gols em apenas 58 partidas, colecionando recordes e marcando seu nome na história do clube. Por causa do início arrasador, ganhou uma vaga na Copa do Mundo de 1994. Não entrou em campo, mas também foi campeão. Hoje, ele é empresário.
Foto: Reprodução/ Twitter Champions League
Nelinho - O lateral-direito escreveu uma bonita história no Cruzeiro, com 411 jogos e 104 gols. Com a camisa da Seleção Brasilera disputou duas Copas do Mundo, em 1974, na Alemanha, e em 1978, na Argentina. Foi dele um dos gols mais bonitos de todos os mundiais: em partida da disputa do terceiro lugar contra a Itália, ele acertou um chute de trivela, a bola fez uma curva impressionante e entrou. O Brasil venceu por 2 a 1. Depois que abandonou os gramados, Nelinho foi comentarista. Hoje, administra uma academia em Belo Horizonte.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Perfumo - Roberto Perfumo vestiu quatro camisas na vida: Racing, Cruzeiro, River Plate e Seleção Argentina. Disputou as Copas do Mundo de 1966 e 1974. É considerado um dos melhores zagueiros da história do futebol argentino. O Marechal, como era apelidado, morreu em 2016, após cair de uma escada de um restaurante e sofrer um traumatismo craniano.
Foto: Arquivo
Fontana - O zagueiro capixaba Fontana chegou ao Cruzeiro no fim dos anos 1960 vindo do Vasco. Ele foi convocado por Zagallo e foi reserva da Seleção Brasileira na conquista da Copa do Mundo. O titular era o seu companheiro de time Piazza. Ele morreu aos 39 anos durante uma pelada na sua terra, no Espírito Santo, vítima de um ataque cardíaco.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Piazza - Mineiro de Ribeirão das Neves, o ex-volante é o quarto jogador com maior número de jogos com a camisa celeste, com 566 jogos. Foram 15 anos dedicados ao clube. Pela Seleção, fez parte do time que encantou o mundo em 1970. Era titular do time de Zagallo. Também disputou a Copa de 1974. Atualmente, Piazza é presidente da Associação de Garantia ao Atleta Profissional (AGAP).
Foto: Arquivo / Estado de Minas
Tostão - Maior artilheiro da história do Cruzeiro, com 245 gols em 383 jogos, o atacante Tostão disputou duas Copas do Mundo (1966 e 1970). O ápice da carreira dele ocorreu no Mundial do México, quando a maior seleção de todos os tempos conquistou o tricampeonato vencendo todas as partidas. Tostão era titular e formava o setor ofensivo ao lado de Jairzinho, Pelé e Rivelino. O craque se aposentou precocemente por causa de um problema na retina. Fora dos gramados, voltou a estudar e fez medicina. Foi professor e hoje é um dos cronistas esportivos mais reconhecidos do mundo.
Foto: Arquivo / Estado de Minas
O CLUBE COPEIRO
Festa do Cruzeiro com o bi da Supercopa de 1992
Em 1992, o Cruzeiro conquistou o bi da Supercopa sobre o Racing, da Argentina. No primeiro jogo, realizado no Mineirão, o time celeste goleou por 4 a 0 com gols de Roberto Gaúcho (2), Luís Fernando e Boiadeiro. Em Buenos Aires, o time mineiro foi derrotado por 1 a 0 na partida de volta. Na chegada a BH, em 26 de novembro, os bicampeões foram recebidos com muita festa no Aeroporto Internacional de Confins. Na foto, o goleiro Paulo César Borges e o lateral-direito Paulo Roberto mostram a taça aos cruzeirenses.
Foto: EM/D.A Press
Em 1992, o Cruzeiro conquistou o bi da Supercopa sobre o Racing, da Argentina. No primeiro jogo, realizado no Mineirão, o time celeste goleou por 4 a 0 com gols de Roberto Gaúcho (2), Luís Fernando e Boiadeiro. Em Buenos Aires, o time mineiro foi derrotado por 1 a 0 na partida de volta. Na chegada a BH, em 26 de novembro, os bicampeões foram recebidos com muita festa no Aeroporto Internacional de Confins. Na foto, o goleiro Paulo César Borges e o lateral-direito Paulo Roberto mostram a taça aos cruzeirenses.
Foto: EM/D.A Press
Festa do Cruzeiro em SP e BH com o título da Copa do Brasil de 1996
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: Jorge Gontijo e Paulo Filgueiras/EM/D. A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: Jorge Gontijo e Paulo Filgueiras/EM/D. A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: Jorge Gontijo e Paulo Filgueiras/EM/D. A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: Jorge Gontijo e Paulo Filgueiras/EM/D. A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: Jorge Gontijo e Paulo Filgueiras/EM/D. A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
Em 20 de junho de 1996, uma quinta-feira, a torcida recebeu delegação do Cruzeiro no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. Em seguida, elenco saiu em desfile de carro aberto pelas ruas do Centro de BH.
Foto: EM/D.A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
Em 16 de junho de 1996, o Cruzeiro venceu o poderoso Palmeiras bancado pela Parmalat, por 2 a 1, no Parque Antárctica, em São Paulo, e conquistou o bi da Copa do Brasil. O elenco celeste vibrou muito e calou o antigo estádio Palestra Itália. Na chegada a BH, na manhã de quinta-feira (20/6), jogadores e comissão técnica desfilaram em carro do Corpo de Bombeiros pelas principais vias do Centro. A Praça Sete foi inteiramente tomada pela torcida cruzeirense. Foi uma das maiores festas já feitas pelo Cruzeiro na capital mineira.
Foto: EM/D.A Press
Fotos da campanha do Cruzeiro na Libertadores de 1997
Vitória por 2 a 1 sobre o Sporting Cristal, no Mineirão, pela primeira fase da Copa Libertadores
Foto: Estado de Minas
Vitória por 2 a 1 sobre o Sporting Cristal, no Mineirão, pela primeira fase da Copa Libertadores
Foto: Estado de Minas
Vitória por 2 a 1 sobre o Sporting Cristal, no Mineirão, pela primeira fase da Copa Libertadores
Foto: Estado de Minas
Vitória por 2 a 1 sobre o El Nacional do Equador, no Mineirão, pelas oitavas de final. Na decisão por pênaltis, Cruzeiro venceu por 5 a 3
Foto: Estado de Minas
Vitória por 2 a 1 sobre o El Nacional do Equador, no Mineirão, pelas oitavas de final. Na decisão por pênaltis, Cruzeiro venceu por 5 a 3
Foto: Estado de Minas
Vitória por 2 a 1 sobre o El Nacional do Equador, no Mineirão, pelas oitavas de final. Na decisão por pênaltis, Cruzeiro venceu por 5 a 3
Foto: Estado de Minas
Vitória por 2 a 1 sobre o El Nacional do Equador, no Mineirão, pelas oitavas de final. Na decisão por pênaltis, Cruzeiro venceu por 5 a 3
Foto: Estado de Minas
Cleison em lance da vitória sobre o Colo Colo, no Mineirão, por 1 a 0, pela ida das semifinais
Foto: Estado de Minas
Cruzeiro postado em Lima, no Peru, no duelo de ida da final contra o Sporting Cristal: 0 a 0
Foto: Paulo Filgueiras/Estado de Minas
Cruzeiro venceu decisão por 1 a 0 e ergueu a taça continental pela segunda vez
Foto: Cruzeiro/divulgação
Imagens da final no Mineirão, contra o Sporting Cristal, vencida pelo Cruzeiro por 1 a 0, gol de Elivelton
Foto: Estado de Minas/Arquivo
Imagens da final no Mineirão, contra o Sporting Cristal, vencida pelo Cruzeiro por 1 a 0, gol de Elivelton
Foto: Estado de Minas/Arquivo
Imagens da final no Mineirão, contra o Sporting Cristal, vencida pelo Cruzeiro por 1 a 0, gol de Elivelton
Foto: Estado de Minas/Arquivo
Imagens da final no Mineirão, contra o Sporting Cristal, vencida pelo Cruzeiro por 1 a 0, gol de Elivelton
Foto: Estado de Minas/Arquivo
Cruzeiro venceu decisão por 1 a 0 e ergueu a taça continental pela segunda vez
Foto: Cruzeiro/divulgação
Imagens da final no Mineirão, contra o Sporting Cristal, vencida pelo Cruzeiro por 1 a 0, gol de Elivelton
Foto: Estado de Minas/Arquivo
Cruzeiro venceu decisão por 1 a 0 e ergueu a taça continental pela segunda vez
Foto: Cruzeiro/divulgação
Cruzeiro venceu decisão por 1 a 0 e ergueu a taça continental pela segunda vez
Foto: Cruzeiro/divulgação
Registro dos campeões da Libertadores na Toca da Raposa I em 1997
Foto: Cruzeiro/divulgação
Registro dos campeões da Libertadores na Toca da Raposa I em 1997
Foto: Cruzeiro/divulgação
Imagens do tri da Copa do Brasil, em 2000
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
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Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
Foto: Arquivo/EM/D.APress
LEIA A TERCEIRA REPORTAGEM DA SÉRIE: TRÍPLICE COROA, TÍTULOS NACIONAIS E REBAIXAMENTO À SÉRIE B
- Festa do Cruzeiro em BH com a conquista da Taça Brasil de 1966
- Festa do Cruzeiro em BH com o título da Libertadores de 1976
- Festa do Cruzeiro com o bi da Supercopa de 1992
- Festa do Cruzeiro em SP e BH com o título da Copa do Brasil de 1996
- Grandes times do Cruzeiro na história
- Cruzeiro goleia Santos por 6 a 2 no jogo de ida da final, em 1966
- Jogadores do Cruzeiro em Copas do Mundo
- Fotos da campanha do Cruzeiro na Libertadores de 1997
- Imagens de Ronaldo, o Fenômeno, no Cruzeiro
- Imagens do tri da Copa do Brasil, em 2000
- Fotos de Roberto Batata jogando pelo Cruzeiro