
Saiba mais
Com título inédito na carreira, Givanildo chega a 600 dias seguidos no comando do América Com reação no fim e competência nos clássicos, América é pela 16ª vez o campeão mineiro Americanos desfilam em carro dos Bombeiros e provocam: "Eu não acredito" e "chora Robinho" Borges não esconde a emoção por segundo título mineiro e diz que não deixa mais Belo Horizonte
Mas na decisão, segundo Givanildo, as dificuldades foram ainda maiores. “Na final nosso time ceio com tudo de novo. Sofremos nesse jogo (no empate com o Atlético). Tivemos dificuldades. São coisas do futebol. Mas depois que Alison foi expulso, parece que to time melhorou. São situações que o treinador não pode prever, mas conseguimos o nosso objetivo”, lembrou.
Veja os gols da partida:
Para Givanildo, foi o título da superação. “Viemos para esse jogo sem o Tony, sem o Adalberto... Viemos com o Artur, ainda tinha o Pablo, que já estava de lateral. O próprio Victor, que voltou, lutou, batalhou. São situações em que eles se superaram e eles mereceram.”
O treinador finalizou lembrando que a conquista americana deve ser ainda mais valorizada, já que o time tem dois grandes rivais na cidade. “Este título representa muito, até porque estamos em Belo Horizonte, com dois clubes que têm a força que têm. E o América ali, querendo, buscando, perseguindo o título. Então é uma alegria muito grande. Sou mineiro de vez.”